O governo Lula (PT) desembolsou milhões de reais com influenciadores digitais e artistas para participarem de campanhas publicitárias oficiais desde 2025, quando Sidônio Palmeira assumiu o comando da Secretaria de Comunicação Social (Secom). Os maiores cachês foram pagos à atriz Dira Paes, que recebeu R$ 470 mil por ação de publicidade do programa Celular Seguro, e ao carnavalesco Milton Cunha, contratado por R$ 310 mil para divulgar o Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde. Isso explica o motivo que faz essa galera apoiar o PT. Tudo gira em torno de dinheiro. O governo ainda pagou de R$ 1.000 a R$ 124,9 mil em cachês para ao menos 55 influenciadores digitais divulgarem vídeos sobre bandeiras e ações do governo ou para protagonizarem propagandas produzidas pelas agências de comunicação que têm contratos com a Secom. Outros 12 nomes participaram das ações sem receber pagamentos federais ou por meio de parceria com big techs contratadas pela Secom, lista que inclui o apresentador João Kleber. Ele protagonizou propaganda do governo sobre “Teste de Fidelidade ao Brasil”. A participação de João Kleber foi oferecida pelo Kwai, empresa que recebeu ao menos R$ 19,5 milhões em anúncios da Secom e ministérios no último ano. Confira a lista dos influenciadores e atores com maiores cachês desde 2025: Dira Paes: R$ 470 mil Milton Cunha: R$ 310 mil Matheus Buente: R$ 124,98 mil Morgana Camila: R$ 119,25 mil Vitor diCastro: R$ 90 mil Anaterra Oliveira: R$ 50 mil Rodrigo Góes: R$ 50 mil Gabriela de Oliveira Ferreira: R$ 40 mil Giovana Fagundes: R$ 40 mil Matheus Sodré: R$ 40 mil
Professora mata marido com facada após trancar porta e impedir saída; está presa
Uma professora de 34 anos, identificada como Fernanda Gomes Campano, foi presa em flagrante após matar o companheiro, de 39 anos, dentro do apartamento onde viviam, em Londrina. Segundo o delegado Ernandes Cezar Alves, a ocorrência foi registrada como homicídio simples, com base nos primeiros levantamentos realizados no local, perícia técnica e depoimentos colhidos ao longo da madrugada. A suspeita foi encaminhada à carceragem provisória e permanece à disposição da Justiça. De acordo com as informações iniciais, a mulher teria ido até um bar buscar o companheiro e, ao retornarem para casa, trancou a porta do apartamento. Em posse de uma faca, ela teria impedido que ele saísse novamente, momento em que começou uma discussão entre o casal. Durante o desentendimento, a vítima foi atingida por um golpe de faca e morreu ainda no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde passará por exames de necropsia para confirmação das circunstâncias da morte. A própria suspeita acionou ajuda logo após o ocorrido. Segundo relato, ela procurou um vizinho e acionou a polícia, permanecendo no local até a chegada das equipes de socorro, que constataram a morte. Ainda conforme a investigação, não havia medida protetiva ativa entre o casal, nem registros formais anteriores de violência doméstica, embora a mulher tenha mencionado episódios passados que não chegaram a ser oficializados. A polícia informou que a suspeita optou por permanecer em silêncio sobre detalhes da dinâmica exata do crime durante o interrogatório. Testemunhas e vizinhos ainda devem ser ouvidos para complementar a apuração. Apesar da alegação de histórico de conflitos, a autoridade policial afirmou que, neste momento, não há elementos que indiquem legítima defesa. Depois de encerradas as investigações, o caso vai seguir para análise do Ministério Público e, posteriormente, poderá ser julgado pelo Tribunal do Júri. Veja o vídeo:
Gonet ignora contrato de R$ 129 milhões e ligações suspeitas de ministros no caso Banco Master
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, declarou que não há, até o momento, elementos suficientes para abrir uma investigação contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) citados no escândalo envolvendo o Banco Master. Na avaliação de Gonet, o material conhecido até agora não apresenta base concreta que justifique uma ação formal. “Investigação pressupõe indício de crime”, afirmou Gonet. O ministro Dias Toffoli foi sócio dos irmãos em uma empresa que negociou cotas de um resort no interior do Paraná com o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, apontado como operador financeiro do esquema de fraudes financeiras. Alexandre de Moraes, por sua vez, está ligado ao caso por causa de um contrato de R$ 129 milhões do escritório da esposa, Viviane Barci, com o banco. Toffoli já teve apontadas inúmeras ligações com o caso, além de apurações terem revelado fatos estranhos envolvendo os negócios com seus irmãos. Não bastasse isso, Toffoli viajou a Lima, no Peru, acompanhado de um advogado de um dos envolvidos no caso Master para assistir à final da Copa Libertadores da América. O caso provocou um profundo desgaste político e institucional dentro do Supremo, ampliando o clima de tensão entre ministros e a opinião pública. Por causa disso, Toffoli deixou a relatoria do processo e se declarou suspeito ao julgar o mandado de prisão preventiva de Vorcaro determinado pelo ministro André Mendonça, que assumiu o comando do caso na Corte. Moraes, por outro lado, simplesmente não comenta o assunto envolvendo a participação de sua mulher como advogada do Banco Master, com honorários que não condizem com os serviços atinentes à advocacia. Todavia, ainda não apareceu ninguém para dar 48 horas de prazo para Moraes se justificar.
STJ decide terça-feira se abre processo que pode encerrar carreira de ministro acusado de assédio sexual
Uma rotina de assédio sexual e terror vivida dentro de um dos principais tribunais do país, protagonizada por um ministro. A denúncia grave expõe o ambiente de medo e constrangimento que teria se instalado no gabinete do magistrado Marco Buzzi. A servidora que o denunciou deu pistas sobre outras mulheres que teriam sido vítimas de investidas de Buzzi no gabinete. Tudo indica que inúmeras mulheres foram vítimas de Marco Buzzi. Os relatos da ex-assessora também são investigados nos diferentes procedimentos abertos contra o magistrado no STF e no próprio CNJ. Os nomes das possíveis novas vítimas são mantidos em sigilo. Nos últimos meses, interlocutores de duas mulheres procuraram, de fato, os órgãos de investigação. Os depoimentos ainda não avançaram, porque as potenciais vítimas temem a exposição do caso. A defesa do ministro Marco Buzzi nega as acusações de assédio. Na próxima terça-feira (14), o STJ vai decidir se abre o processo disciplinar que deve encerrar a carreira do magistrado no STJ. A decisão pode marcar o fim definitivo da trajetória do ministro no tribunal.
Moraes barra manobra de Lindbergh Farias e impede petista de peticionar em processo alheio
O ministro Alexandre de Moraes adotou uma nova posição em relação ao deputado Lindbergh Farias. O magistrado determinou o fim da prática do parlamentar petista de peticionar em processos nos quais não figura como parte. Moraes ordenou que fosse desentranhado dos autos um pedido de Lindbergh, apresentado no inquérito das milícias digitais, para que o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) fosse investigado por ter feito insinuações sobre a legitimidade da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. A decisão seguiu a argumentação de um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que apenas o órgão tem legitimidade para propor ação penal ou dar encaminhamento a queixas-crime contra parlamentares. “O princípio do monopólio constitucional da titularidade da ação penal pública no sistema jurídico brasileiro somente permite a deflagração do processo criminal por denúncia do Ministério Público”, argumentou Moraes em trecho da decisão. No dia 25 de março, o ex-líder do PT na Câmara apresentou ao STF, no inquérito das milícias digitais, uma representação contra o senador Sergio Moro, que integra a oposição ao governo Lula, pedindo que ele fosse investigado por ter dito que o petista foi “eleito entre aspas”. O deputado argumentou que isso poderia ser uma insinuação de que o processo eleitoral de 2022 não foi legítimo. Além da abertura da investigação, Lindbergh pediu outras medidas contra o senador, como o envio do caso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e à Advocacia-Geral da União (AGU).
Michelle Bolsonaro elogia Nikolas Ferreira após deputado conseguir compromisso para votar veto ao PL da Dosimetria
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro elogiou publicamente o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) nesta quinta-feira (9), após ele obter do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o compromisso de pautar a votação do veto presidencial ao PL da Dosimetria. Michelle compartilhou no Instagram uma foto de Nikolas com Alcolumbre e escreveu: “Grande Nikolas”. O gesto público da ex-primeira-dama reforça o reconhecimento ao trabalho do deputado mineiro, uma das principais vozes conservadoras do Congresso Nacional. Michelle Bolsonaro e Nikolas Ferreira representam duas das figuras mais importantes do campo conservador brasileiro, com atuação destacada na defesa de valores tradicionais e no enfrentamento às pautas progressistas. Ambos devem permanecer no Congresso Nacional em 2027. Michelle como senadora e Nikolas como deputado federal, com expectativa de obter votação expressiva que marcará época.
Trump joga pesado, mas limpo: analistas erram ao prever apocalipse que nunca veio
Os analistas políticos disponíveis no mercado demonstram não saber é nada. A impressão se fortalece a cada dia. Apegar-se aos fatos, pura e literalmente, e tirar conclusões próprias parece mais prudente do que confiar nas análises de jornalistas que pouco acrescentam à compreensão da realidade, quando comparados ao que se vê na imprensa falada e escrita. No giro diário através de jornais, televisões e redes sociais, já se sabe de antemão o que cada canal ou perfil irá dizer através de seus analistas e “especialistas”, todos com viés ideológico escancarado, que determina suas posições sobre os temas políticos e geopolíticos em pauta. O exemplo mais recente foi o “clima de tensão” criado em torno do suposto “apocalipse” aguardado por conta de uma ameaça de Trump de “destruição de uma civilização inteira” até às 21 horas de ontem, referindo-se ao Irã, com quem trava uma batalha em busca da queda do regime ditatorial que impera há quase meio século naquele país. Esperavam o fim do mundo que, por óbvio, não aconteceu, nem poderia acontecer, por absurdo que seria. Uma análise das lideranças mundiais, seja na presidência de seus países ou em organizações decadentes como ONU, OMS e OTAN, revela que são meros oportunistas que chegaram a esses postos de comando sabe-se lá como, mas são farsantes que pouco se importam com o sofrimento e a desgraça dos povos da Terra, preocupando-se apenas com seus bolsos e suas vidas de poder e riqueza material. Seguem a máxima que diz: “Que tudo mude para continuar como sempre foi.” Todos farsantes e, como todo farsante, covardes. De repente, aparece alguém autêntico, que diz o que pensa, sem papas na língua, sem esconder de ninguém quem é, sem muita paciência com a eterna hipocrisia do mundo, onde a maioria prefere a fala mansa e hipócrita enquanto nos bastidores exerce seus jogos de poder. Trump joga pesado, mas limpo. Trump é pragmático, direto, um jogador que lida bem com pressões, que vai para cima do oponente com seus maus modos, longe da elegância invariavelmente farsesca dos donos do mundo. Trump é o elefante na loja de cristal. Trump incomoda porque não manda recado, mas vai lá e faz a seu modo. Trump desmonta o tabuleiro, abandona o eterno banho-maria das questões mais urgentes e incendeia o palco. A questão que fica: Será que todos acreditavam mesmo que Trump iria dar um fim físico, definitivo ao Irã? Não se duvida que fosse o que realmente gostaria de fazer, eliminando para todo o sempre o Regime dos Aiatolás, que alimenta a maioria dos grupos terroristas que atormenta Israel e todo o Oriente Médio, que se mantém no poder às custas de uma ditadura que mantém reféns sua população, tratada feito pano de chão, com as mulheres destituídas dos direitos mais elementares e com os opositores presos, torturados e mortos. Até quando o mundo deve tolerar essa loucura? O regime iraniano encontrou agora um oponente à altura, que fala grosso e os enfrenta à altura, mostrando que loucura por loucura, truco, mas dentro dos limites da pressão política necessária, com a sagacidade dos grandes negociadores. Mas os jornalistas, essa gente estranha, fraca, incrustada em redações, sem contato com a vida real, com falas absurdas demonstrando que são dotados de intuição zero, torcendo descaradamente contra Trump e acreditando que são intelectuais de grande estatura, permaneceram de olho no relógio, crentes de que até o fim do dia viramos todos pó de estrelas. Não merecem ser levados a sério. Silvia Gabas – @silgabas
Justiça Federal derruba imposto de 12% sobre petróleo criado por Lula para tapar rombo fiscal
A Justiça Federal do Rio de Janeiro suspendeu o imposto de 12% sobre a exportação de petróleo bruto instituído pelo governo Lula. A medida havia sido criada para compensar a desoneração de PIS e Cofins sobre o diesel e a subvenção de R$ 1,20 ao combustível importado, divididos entre União e estados, entre outras iniciativas do pacote determinado para segurar o preço em razão do encarecimento do petróleo no mercado internacional. A decisão liminar beneficia grandes petroleiras e indica possível inconstitucionalidade da medida governamental. O governo Lula previa arrecadar nada menos que R$ 32,1 bilhões neste ano com o tributo, podendo alcançar R$ 69,2 bilhões ao somar outras receitas do setor. A liminar foi concedida pelo juiz Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro. O magistrado considerou que o imposto teve finalidade puramente arrecadatória. Segundo sua avaliação, há um “verdadeiro desvio de finalidade” ao utilizar o tributo para cobrir necessidades fiscais emergenciais da União. O governo federal recorreu da decisão, mas o Tribunal Regional Federal da 2ª Região negou o recurso da União e manteve a liminar que suspende a cobrança do imposto.
Malu Gaspar revela encontro surpreendente com Daniel Vorcaro antes de expor o escândalo! Veja o vídeo!
A jornalista Malu Gaspar, que se tornou uma pedra no sapato de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ao revelar o escândalo bilionário do Banco Master, contou recentemente que já teve um encontro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A jornalista confessa que ficou impressionada com a conversa de Vorcaro, descrevendo-o como uma figura envolvente. “Você é a maior jornalista do Brasil”, disse ele na ocasião. Vorcaro naquele momento não imaginava que justamente ela teria papel fundamental para fazer desmoronar o seu castelo. Veja o vídeo: A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Empresário foragido do STF é preso nos Estados Unidos
O empresário Esdras Jônatas dos Santos, investigado por suposto financiamento dos atos de 8 de janeiro de 2023, foi preso nos Estados Unidos pelo serviço de imigração (ICE). Ele está detido em uma unidade na Flórida. Esdras é alvo de medidas do Supremo Tribunal Federal, que determinou bloqueio de contas, cancelamento de passaportes e restrição ao uso de redes sociais. O empresário deixou o país dois dias após os atos e viajou para os Estados Unidos. De acordo com a Polícia Federal, o empresário teve papel relevante na mobilização de apoiadores em Minas Gerais, onde convocava participantes para os atos. Esdras nega envolvimento direto nas invasões e afirma que sua participação se limitou a atos religiosos. “Eu jamais imaginaria que pessoas iam para Brasília para entrar dentro do Palácio”, disse.