O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-deputado Roberto Jefferson apresente provas de que ele não possui condições financeiras para arcar com a multa de R$ 970 mil imposta em sua condenação, ocorrida em 2024, no âmbito de crimes relacionados à segurança nacional. Além da penalidade financeira, o ex-presidente do extinto PTB também foi condenado a pagar R$ 200 mil de indenização a uma agente da Polícia Federal (PF), que ficou ferida por estilhaços de granadas durante a operação que culminou em sua prisão, em outubro de 2022. No mês de março, a defesa de Jefferson solicitou ao STF a dispensa do pagamento da multa, alegando incapacidade econômica comprovada, inclusive para quitação parcelada. Alternativamente, os advogados pediram a revisão do valor, argumentando a existência de erro material e classificando a penalidade como excessiva. Ao analisar o pedido, Moraes determinou que a equipe jurídica do ex-parlamentar apresente documentação que comprove, de forma consistente, a alegada impossibilidade de pagamento do valor integral atualizado da multa. Entre as exigências, está o envio das declarações de Imposto de Renda referentes aos últimos cinco anos. O ministro também estabeleceu que a defesa deverá formalizar um pedido de parcelamento da dívida em prestações mensais, iguais e sucessivas. Segundo a decisão, essa medida é necessária para viabilizar a análise de eventual progressão de regime prisional. Atualmente, Roberto Jefferson cumpre pena em regime de prisão domiciliar humanitária. Na sentença, o ex-deputado foi condenado a 7 anos de reclusão e mais 2 anos de detenção por crimes como incitação à violência e atentado contra o funcionamento dos Poderes. Conforme apontado por Moraes, Jefferson já cumpriu 4 anos e 8 meses da pena total estabelecida.
Pré-candidato expõe financiamento de “produções adultas” com dinheiro público: “O trabalhador está pagando a conta”
O pré-candidato a deputado federal Rubinho Nunes trouxe à tona, nesta segunda-feira (6), um debate polêmico sobre o uso de recursos públicos no setor audiovisual. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele questiona o financiamento de produções com conteúdo adulto por meio de verbas oriundas dos impostos pagos pelos cidadãos. Segundo o pré-candidato, há obras que incluem cenas de sexo explícito sendo produzidas com apoio estatal. Em sua declaração, ele afirma: “Estão sendo produzidos filmes com cenas de sexo explícito entre homens utilizando verba que vem dos seus impostos. Ou seja, é o cidadão comum, o trabalhador, que está financiando esse tipo de produção.” Como exemplo, Rubinho Nunes cita o filme Seguindo todos os protocolos, dirigido por Fábio Leal. A obra foi contemplada com recursos da Lei Aldir Blanc no estado de Pernambuco. O pré-candidato questiona como o projeto evoluiu após a liberação dos valores públicos, levantando dúvidas sobre os critérios de seleção e acompanhamento. Além desse caso, ele menciona outras produções que também receberam apoio governamental, como Deus Tem Aids e Um Minuto é uma Eternidade para Quem Está Sofrendo. Segundo ele, alguns desses títulos participam de eventos relevantes do setor, como a Mostra de Cinema de Tiradentes, que conta com patrocínio de empresas públicas. Outro ponto abordado no vídeo diz respeito ao alcance dessas produções. O pré-candidato argumenta que parte significativa dos filmes nacionais recentes teria registrado baixa adesão de público, o que, em sua avaliação, levanta questionamentos sobre a efetividade do investimento. Diante desse cenário, Rubinho Nunes defende maior transparência na aplicação de recursos destinados à cultura. Ele sugere a revisão dos critérios de financiamento e propõe um debate mais amplo sobre a destinação de verbas públicas no setor audiovisual, especialmente em projetos de conteúdo sensível.
PT tenta ofensiva contra dosimetria e Moraes inesperadamente recua
O ministro Alexandre de Moraes, relator de processos ligados à suposta trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou a primeira investida articulada por partidos de esquerda contra o chamado PL da Dosimetria, proposta que pode impactar a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro no caso em análise. A manifestação do magistrado ocorreu no início de março, quando foi negado um mandado de segurança apresentado no final de 2025. A ação havia sido protocolada pelo então líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), em conjunto com outros parlamentares aliados, como Talíria Petrone (PSol-RJ), Renildo Calheiros (PCdoB-PE) e Pedro Campos (PSB). O grupo solicitava que o projeto retornasse ao Senado, sob a alegação de que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) teria promovido alterações no texto sem que houvesse nova deliberação da Câmara dos Deputados. Na avaliação desses parlamentares, a mudança não seria meramente formal, mas sim de conteúdo, o que exigiria nova votação. Entretanto, durante a tramitação, prevaleceu entre os senadores o entendimento de que a modificação realizada pelo relator, senador Esperidião Amin (PP-SC), tratava-se apenas de ajuste redacional, sem alteração de mérito. Caso fosse reconhecida uma mudança substancial, o texto precisaria retornar à Câmara para nova apreciação. Ao analisar o caso, Moraes concluiu que a ação perdeu sua finalidade prática. Isso porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o projeto em janeiro, impedindo sua entrada em vigor. Dessa forma, segundo o ministro, não haveria mais interesse jurídico na continuidade do pedido. “Assim, considerando que a ação mandamental visava à declaração de nulidade de atos praticados pela CCJ do Senado durante o trâmite legislativo, constata-se que o presente mandado de segurança perdeu seu objeto por ausência superveniente de interesse de agir”, afirmou Moraes na decisão. Um claro recuo de Moraes já que, apesar desse revés inicial, o tema deve retornar ao centro do debate jurídico e político nas próximas semanas. O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), agendou para o dia 30 de abril a sessão destinada à análise dos vetos presidenciais. Nos bastidores, há a expectativa de que parlamentares alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro consigam reunir votos suficientes para derrubar a decisão do Executivo. Caso isso se confirme, partidos de esquerda já sinalizam que pretendem recorrer novamente ao STF para contestar a validade do projeto.
Fux dá o troco em ministros que o atacaram por voto favorável a Bolsonaro
O jornalista Mario Sabino publicou artigo destacando a resposta contundente do ministro Luiz Fux aos colegas que o criticaram após seu voto pela absolvição de Jair Bolsonaro no julgamento da chamada “trama golpista”. Atacado pelos seus pares quando votou pela absolvição do ex-presidente, Fux aproveitou o julgamento sobre a eleição para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro para devolver as críticas, em meio ao clima de tensão no STF. Durante o julgamento que definirá se a eleição será direta ou indireta, sucederam-se comentários de Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Flávio Dino sobre a situação degradante da política fluminense, na qual não há governador recente que não tenha sido preso ou forçado a sair do cargo. O decano chegou a afirmar que o diretor da PF o informou de que “32 ou 34 parlamentares da Assembleia Legislativa fluminense recebem mesada do jogo do bicho”. E completou: “Estamos vivendo esses episódios a toda hora; Deus tenha piedade do Rio de Janeiro”. Carioca de origem, Fux sentiu-se na obrigação de defender os políticos fluminenses — e aproveitou para responder às críticas dos colegas de forma contundente. O ministro afirmou que as falas dos ministros comentaristas foram “manifestação de profundo descrédito em relação ao Rio de Janeiro de forma generalizada” e prosseguiu: “Eu até credito que muitos assim o fizeram, porque ingressaram no Supremo Tribunal Federal em época posterior, mas essa perplexidade não seria tão grande se colegas tivessem participado do julgamento do mensalão, do julgamento da Lava Jato, desse julgamento agora do INSS e do Banco Master, porque os escândalos não são concentrados no estado do Rio de Janeiro. Há bons políticos no estado do Rio de Janeiro, que representam o estado na Câmara Federal. São excelentes políticos. De sorte que se esses políticos tiverem que ir para o inferno, eles vão acompanhados de altas autoridades.” O colunista faz duas observações sobre o episódio. A primeira é que, de fato, não deixa de ser revelador que um ministro enredado com Daniel Vorcaro e que faz de tudo para salvar a própria pele, bem como colegas que o defendem com unhas, dentes e canetas que ultrapassam as linhas do Poder Judiciário, todos se achem com autoridade moral suficiente para tecer considerações escandalizadas sobre a imoralidade alheia. A segunda observação é uma constatação importante: o troco de Fux indica que ele será favorável à aprovação da abertura de investigações contra Moraes e Dias Toffoli, no âmbito do caso Master, se o plenário do STF for chamado a decidir sobre o assunto. Aparentemente, a depender de Fux, o inferno não serão apenas os outros para os colegas de tribunal.
Nova pesquisa mostra Flávio Bolsonaro liderando Lula em cenário de segundo turno no Rio Grande do Sul
Um levantamento realizado pela Futura/Apex no Rio Grande do Sul revela um cenário em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma projeção de segundo turno. O estudo apresenta diferentes simulações eleitorais e aponta variações conforme os cenários analisados. Foram entrevistados 800 eleitores por telefone entre os dias 1º e 7 de abril. A pesquisa foi financiada pela própria instituição, possui margem de erro de 3,5 pontos percentuais — para mais ou para menos — e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07873/2026. Na simulação espontânea de primeiro turno — quando os nomes não são apresentados previamente aos entrevistados — Lula lidera com 28,3%, seguido de Flávio Bolsonaro, que soma 26,4%. Outros nomes aparecem com índices reduzidos: Ronaldo Caiado (1,2%), Eduardo Leite (1,2%), Renan Santos (0,6%), Ratinho Jr. (0,4%) e Romeu Zema (0,3%). Nesse cenário, 7,7% mencionaram outros candidatos, 6,2% declararam voto branco ou nulo, enquanto 26,4% não souberam ou não responderam. Na pesquisa estimulada — quando os candidatos são apresentados — os resultados mudam de forma significativa. No primeiro cenário, Flávio Bolsonaro alcança 40,9%, enquanto Lula registra 34,1%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (4,7%), Romeu Zema (3,3%), Renan Santos (1,2%) e Aldo Rebelo (0,2%). Além disso, 8,7% optaram por branco ou nulo e 6,9% não responderam. Em um segundo cenário estimulado de primeiro turno, Flávio Bolsonaro mantém a liderança com 36,4%, seguido por Lula, que soma 27,7%. Eduardo Leite surge com 20,4%, enquanto Ronaldo Caiado tem 5,3%. Renan Santos registra 0,9% e Aldo Rebelo, 0,1%. Os votos brancos ou nulos representam 5,5%, e 3,7% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder. Nas projeções de segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 50,1% das intenções de voto, contra 39,3% de Lula. Nesse cenário, 9,1% indicaram voto branco ou nulo, e 1,5% permanecem indecisos. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Senador rompe com PT após ser preterido e anuncia apoio a Flávio Bolsonaro para 2026
Após anos de alinhamento político com o Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, o senador Angelo Coronel (Republicanos-BA) decidiu mudar de posição e declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa pela Presidência da República. A mudança, segundo ele, ocorreu após insatisfação com decisões internas do partido. Em declaração à imprensa, Coronel afirmou que se sentiu preterido pelo PT na composição política recente no estado. “Meu voto pessoal é nele. Sempre me dei bem com ele. É meu colega no Senado. Já que o PT não me quis, não posso querer eles, não é? O PT abocanhou as três vagas, tudo pela ganância deles”, disse o parlamentar, ao justificar sua nova postura. O rompimento com a legenda petista ocorreu no fim do ano passado, quando Coronel ficou fora da chamada chapa “puro-sangue” na Bahia. O grupo foi formado por nomes de peso do partido, como o ex-ministro Rui Costa, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e o atual governador Jerônimo Rodrigues. Além do distanciamento em relação ao PT, o senador também encerrou sua aliança política com Otto Alencar (PSD-BA), considerado até então um de seus principais aliados no estado. Alencar optou por manter apoio ao grupo ligado ao presidente Lula na formação da chapa local, o que aprofundou a divisão entre os dois. Surgem as primeiras camisetas em apoio a Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Empresário morre aos 45 anos em SC e deixa legado no setor de frigoríficos
O empresário Rummenigg Günther faleceu nesta quarta-feira (8), aos 45 anos, causando grande comoção no Alto Vale de Santa Catarina. Ele era uma das principais lideranças à frente do Frigorífico Günther, de Aurora, onde desempenhou papel decisivo no crescimento e consolidação da empresa. Nascido em 1980, Rummenigg construiu sua trajetória profissional dentro do negócio familiar, contribuindo diretamente para o fortalecimento da marca e para a expansão das atividades. Ao longo dos anos, tornou-se referência entre colaboradores e parceiros pela postura visionária e dedicação ao trabalho. Em nota, a empresa destacou que sua atuação foi fundamental para moldar a cultura organizacional e os valores que sustentam o frigorífico atualmente, ressaltando o impacto de sua liderança no desenvolvimento da companhia. A morte do empresário também mobilizou manifestações de solidariedade por parte de amigos, funcionários e membros da comunidade, que reconheceram sua importância não apenas no setor empresarial, mas também no convívio social. Rummenigg faleceu no Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba (PR). O corpo foi trasladado para Aurora, onde ocorreu o velório. O sepultamento foi realizado no município de Rio do Sul. A partida precoce do empresário deixa uma lacuna significativa no setor e na comunidade, mas seu legado permanece vivo na história construída ao longo dos anos.
Alcolumbre engaveta indicação de Messias e proximidade da eleição pode inviabilizar aprovação
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, simplesmente engavetou a mensagem com a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, enviada à Casa por Lula. Até o momento, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) não recebeu qualquer aceno de Alcolumbre sobre a leitura da mensagem no plenário. O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar, revelou que não conversa com o presidente do Senado há pelo menos 30 dias — e que por isso não sabe quando receberá as pautas para a comissão. “Tem mais ou menos 30 dias que eu não falo com ele. E também não ligo. Como ele não liga para mim, eu também não ligo, para não ser invasivo”, disse Alencar. Sem a leitura da mensagem no plenário, o presidente da CCJ não pode agendar a sabatina de Jorge Messias. “Assim que Davi enviar essa mensagem para a CCJ, vou pautar a sabatina. Não depende de mim”, declarou. Alcolumbre tem dito a aliados que acredita na aprovação de Messias — mas que não há data para a leitura da mensagem. Rumores dão conta que Alcolumbre pode segurar a mensagem até a eleição. Se Lula for derrotado, o nome de Messias não passa.
A estratégia amadora de Sidônio: paca não emociona brasileiro que passa fome
Amadores no marketing produzem resultados desastrosos. Sidônio Palmeira falhou em sua estratégia. Se fosse um profissional competente, entenderia que paca é um animal que não gera empatia e não faz parte do cotidiano dos brasileiros que enfrentam dificuldades. O bicho não tem conexão com a realidade do povo. Na verdade, galinha seria um animal muito mais adequado e coerente para a comunicação pretendida, além de não apresentar problemas legais com o Ibama ou com a Polícia Federal. Portanto, se o vídeo eleitoral mostrasse Lula comendo galinha, seria muito mais efetivo do ponto de vista estratégico. O título poderia ser: “Grande líder adora comer galinha.”
Lula dá primeiro sinal de recuo diante de possível derrota para Flávio Bolsonaro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou hesitação quanto à disputa pela reeleição em 2026, sinalizando que pode recuar diante do cenário eleitoral desfavorável contra o senador Flávio Bolsonaro. Nesta quarta-feira (8), durante entrevista a um site de extrema esquerda, Lula deixou claro que ainda não tomou decisão sobre sua candidatura: “Eu não decidi se serei candidato ainda. Vai ter uma convenção em junho e eu, para decidir ser candidato, vou ter que apresentar um programa, vou ter que apresentar uma coisa nova para esse país”, afirmou o petista. Ao avaliar a situação do Brasil, Lula reconheceu: “Tá tudo ruim ainda”. A admissão contrasta com a realidade de um governo que agravou os problemas nacionais desde que assumiu o poder. Questionado se deveria ser tratado como pré-candidato, Lula disse ter vontade de disputar, mas ressaltou a necessidade de o PT formar uma aliança política capaz de vencer a oposição. A declaração evidencia que o presidente percebeu a fragilidade de sua posição eleitoral. O discurso hesitante apenas enfraquece ainda mais o PT. A possibilidade de desistência se torna cada vez mais concreta.