O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, reagiu duramente à decisão que determinou a transferência do ex‑presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para uma sala de Estado‑Maior no Núcleo de Custódia da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo da Papuda.

A ordem foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Nas redes sociais, Sóstenes classificou a medida como “autoritarismo de toga” e “abuso de poder institucionalizado”, afirmando que o país assiste ao colapso do Estado de Direito.
“O que se impôs não foi cuidado. Foi castigo. Foi exposição deliberada. Foi abuso de poder”, declarou o parlamentar, acrescentando que a decisão não atende a critérios de justiça, mas a uma lógica de perseguição política.
Para Sóstenes Cavalcante, a transferência reforça a percepção de que decisões judiciais vêm sendo usadas como instrumento político.
“Quando a lei deixa de proteger e passa a punir seletivamente, o Estado de Direito deixa de existir”, afirmou o líder do PL, em tom de alerta.


