O avião monomotor que caiu no mar de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, foi retirado da água na manhã deste domingo (28). A aeronave, que transportava uma faixa publicitária, havia sofrido o acidente no sábado (27), provocando a morte do piloto.
A operação de remoção contou com o apoio de um rebocador equipado com guindaste, responsável por içar o monomotor e encaminhá‑lo para análise técnica. O equipamento será submetido a perícia, enquanto o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) apura as circunstâncias que levaram à queda.
O piloto Luiz Ricardo Leite de Amorim, de 40 anos, era o único ocupante da aeronave. O corpo foi encontrado no mar cerca de duas horas e meia após o acidente, mobilizando equipes de resgate ao longo da tarde.
A queda ocorreu pouco depois do meio‑dia, nas proximidades do Posto 3 da Praia de Copacabana, área bastante movimentada no momento do ocorrido. O impacto chamou a atenção de banhistas e moradores da região.
Em nota divulgada no dia do acidente, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro detalhou a atuação das equipes no local:
“O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado, por volta de 12h34 deste sábado [27.dez], para a queda de uma aeronave de pequeno porte (ultraleve) no mar, nas proximidades do Posto 3 da Praia de Copacabana. Equipes da corporação atuam no local com todos os recursos disponíveis, incluindo motos aquáticas, embarcações infláveis, equipe de mergulho e apoio aéreo”.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, a censura permanece há quase um ano.
Vários outros títulos podem estar na mira da censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e dos acontecimentos no STF.
