Carlos Bolsonaro divulgou um comunicado alertando sobre a situação do ex‑presidente Jair Bolsonaro, que se encontra sob custódia do Estado. Segundo o filho, foi informado de que o presidente sofre exposição contínua a um ruído intenso e “enlouquecedor” proveniente de um equipamento de ar‑condicionado central instalado junto à parede de sua cela.
Em vez de eliminar a fonte do problema, a autoridade responsável teria fornecido apenas protetores auriculares como suposta solução. O comunicado afirma que essa medida demonstra que os responsáveis têm plena ciência da irregularidade, mantendo a condição adversa e transferindo ao detido o ônus de suportá‑la.
O ruído constante, a privação de descanso e o ambiente hostil configuram, segundo a mensagem, tratamento degradante, sobretudo para alguém com quadro de saúde sensível, agravando riscos físicos e psicológicos de forma desnecessária e injustificável. “Nenhuma custódia autoriza humilhação. Nenhuma medida administrativa pode substituir o dever do Estado de assegurar dignidade, integridade e humanidade. Providências urgentes precisam ser adotadas”, conclui.
A comunicação descreve a situação como “cruel, absurda e desumana” e indica que há um esforço para “tirar a vida dele e esconder o que realmente aconteceu em 2022”.
