A equipe jurídica do ex‑presidente Jair Bolsonaro apresentou, nos últimos dias, seis pedidos formais solicitando autorização para visitas políticas e religiosas. As petições ainda aguardam análise do ministro Alexandre de Moraes.
Entre os nomes indicados pela defesa estão o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, os senadores Magno Malta (PL‑ES) e Wilder Morais (PL‑GO), além dos deputados federais Hélio Lopes (PL‑RJ) e Gilberto Gomes (PL‑PB). Também consta na lista Nabhan Garcia, que atuou como secretário de Assuntos Agrários durante o governo Bolsonaro.
Os advogados solicitaram ainda a inclusão do Padre Paulo M. Silva entre as pessoas autorizadas a prestar assistência religiosa ao ex‑presidente, “a ser realizada nos mesmos dias e condições previamente autorizados”. O pedido amplia a relação de religiosos habilitados a visitá‑lo.
Na decisão que determinou a transferência de Bolsonaro para a Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes estabeleceu que o ex‑presidente pode receber assistência religiosa uma vez por semana, às terças ou sextas‑feiras, com duração máxima de uma hora.
Atualmente, já estão autorizados a realizar esse atendimento o bispo Robson Lemos Rodovalho e o pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni.
A equipe jurídica denuncia o que chama de “cruel, absurda e desumana perseguição” contra Bolsonaro e seus aliados, afirmando que há tentativas de silenciar a verdade sobre os acontecimentos de 2022.
O próprio Jair Bolsonaro já manifestou conhecimento da publicação.
