O ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu novamente ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a concessão de prisão domiciliar humanitária.
O documento foi encaminhado nesta quarta‑feira (11), alegando que o ex‑presidente apresenta multimorbidade grave e que peritos da Polícia Federal (PF) identificaram riscos sérios à sua saúde.
“O quadro de multimorbidade grave, composto por doenças crônicas múltiplas, sequelas cirúrgicas relevantes, alterações funcionais e a interação dos medicamentos necessários foi corroborado por todos os laudos apresentados. Assim como a potencialização de riscos clínicos de elevada gravidade”, cita a defesa.
Os advogados continuam:
“O histórico médico documenta sucessivas internações, múltiplas intervenções cirúrgicas abdominais, episódios recorrentes de pneumonia aspirativa, apneia obstrutiva do sono em grau grave, hipertensão arterial sistêmica, aterosclerose coronariana e carotídea, além de alterações neurológicas, instabilidade postural e uso contínuo de medicações com efeitos centrais e cardiovasculares”.
