Bolsonaro recorre a mais uma cirurgia de bloqueio do nervo frênico para acabar com soluços

O ex‑presidente Jair Bolsonaro foi submetido a nova intervenção cirúrgica neste sábado, 27, após permanecer internado desde o dia 24 de julho. Depois de já ter sido submetido a uma cirurgia para correção de hérnia inguinal bilateral, Bolsonaro retornou ao centro cirúrgico para a realização de um bloqueio do nervo frênico, indicado para conter crises persistentes de soluço.

A informação foi divulgada pela ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro, que utilizou as redes sociais para comunicar que o ex‑presidente havia sido encaminhado para o procedimento e pediu apoio em orações. Segundo ela, o objetivo da intervenção é alcançar alívio definitivo após um longo período de sofrimento.

“Peço que intercedam em oração por mais esse procedimento, para que seja exitoso e traga alívio definitivo”, afirmou Michelle.

“Já são nove meses de luta e de angústia com soluços diários”.

O bloqueio do nervo frênico é uma técnica que envolve a aplicação de anestesia local, guiada por ultrassonografia, com a finalidade de reduzir a atividade do nervo responsável pelos movimentos do diafragma. Esse tipo de procedimento costuma ser adotado quando terapias convencionais não surtem efeito e quando o problema passa a comprometer de forma significativa a saúde do paciente.

O quadro de saúde do ex‑presidente também foi comentado por seu filho, o ex‑vereador Carlos Bolsonaro (PL‑RJ). Em publicação nas redes sociais, ele informou que o pai precisaria novamente passar por cirurgia e destacou que Jair Renan Bolsonaro (PL‑RJ) aguardava informações no hospital, em razão das restrições de visitação.

“Meu pai volta à mesa de cirurgia novamente”, disse Carlos. “Meu irmão, Jair Renan Bolsonaro, está aguardando no hospital para mais informações pois não é possível a visita de mais de um filho no mesmo horário. Para que isso, Meu Deus?!”.

Desde o atentado a faca sofrido em 2018, Jair Bolsonaro acumula um histórico extenso de procedimentos médicos. Ao todo, já foram realizadas 13 cirurgias, sendo oito delas diretamente relacionadas às complicações do ferimento abdominal ou a consequências de intervenções anteriores.

De acordo com a equipe médica, a piora recente do estado de saúde está ligada, em parte, a um quadro de soluço persistente, classificado como refratário ou crônico. Os especialistas explicam que o sintoma tem relação com alterações abdominais decorrentes tanto do atentado quanto das cirurgias sucessivas ao longo dos últimos anos.

Ainda segundo os médicos, os episódios frequentes de soluço elevaram a pressão intra‑abdominal, fator que contribuiu para o desenvolvimento e agravamento das hérnias inguinais, levando ao quadro bilateral que exigiu nova intervenção cirúrgica.


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