Na quinta‑feira (20), o Pavilhão da África Oriental, que fica na Zona Azul da COP30 em Belém, pegou fogo.
É um absurdo, fruto da total irresponsabilidade dos organizadores.
Depois do fogo, a UNFCCC avisou que o espaço deixaria de ser território da ONU e passaria a ficar sob controle das autoridades brasileiras.
Os bombeiros mandaram evacuar todo o pavilhão para fazer uma checagem completa de segurança.
Claudio Angelo, do Observatório do Clima, ressaltou que nunca se viu algo assim.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, achou que um celular carregando pode ter iniciado o fogo. Ele disse que isso poderia acontecer em qualquer lugar do planeta. Também explicou que o prédio foi feito com material retardante de chamas, o que impediu que o estrago fosse maior.
Como precaução, desligaram a energia em parte da COP30. Ainda não sabem ao certo o que provocou o fogo, mas investigam se foi um curto‑circuito em algum estande ou gerador.
Marcelo Rocha, diretor do Instituto Ayika, viu o incêndio acontecer.
Ele contou que já tinham encontrado falhas elétricas antes.
Fotos do acidente mostram chamas subindo até o teto. Como o pavilhão era de lona e carpete, o fogo se espalhou rápido. Guardas da ONU fecharam o local com um cordão de isolamento.
