Em Israel, desde a guerra de 7 de outubro, assistimos a acontecimentos históricos, enquanto milhões de igrejas permanecem em um silêncio ensurdecedor.
Vivemos a maior perseguição contra cristãos da história, enquanto Israel passou pela maior guerra da era moderna.
O sofrimento vivido pelos judeus foi terrível, a ponto de muitos acreditarem que seria o fim da nação israelita. Contudo, de forma milagrosa, conquistaram a vitória — uma vitória que teve um preço altíssimo: o custo foi sangue.
Enquanto isso, milhões de cristãos perecem, e a mídia secular permanece em silêncio ensurdecedor.
Israel não é apenas uma nação; está firmada em alianças eternas (Abraâmica, Davídica e Palestina), assim como o povo judeu, descendente de Abraão, Isaque e Jacó.
Judeus, gentios e a igreja viverão unidos sob a jurisdição do Messias, em seu trono davídico, que será estabelecido em Jerusalém como capital mundial.
Através de Israel e das sinagogas, o evangelho alcançou o mundo!
Um judeu alterou o curso da história, dividiu o calendário em antes e depois de Cristo, e, dois mil anos depois, continua a estremecer a terra.
O Brasil tem se posicionado contra Israel, e isso representa um dos sintomas da apostasia da igreja brasileira. Não tenho dúvida de que colheremos as consequências dessa apostasia também no âmbito político e republicano.
Neste podcast abordo o assunto com o israelense brasileiro Miguel Nicolaevsky.
