As campanhas que incentivam a população a não reagir a assaltos e que proíbem a posse de armas para autodefesa – sob o argumento de que “armas são perigosas” – obtiveram amplo apoio.
Essas iniciativas moldaram a mentalidade de muitos, criando uma massa de cidadãos passivos e vulneráveis, o que constitui um verdadeiro paraíso para criminosos.
O cenário favorece quem não respeita a lei, permitindo que aja sem medo de ser confrontado ou punido. Quando presos, alguns alegam maus‑tratos na audiência de custódia e conseguem ser liberados, com os juízes pedindo desculpas.
Recentemente, assisti a um caso que parece tirado de ficção. Duas mulheres jovens e saudáveis fugiram de um cadeirante desarmado, que ainda era incapaz de usar um dos braços.
As mulheres correram, não ofereceram resistência e o cadeirante escapou impune. Ao serem entrevistadas, ainda recomendaram que outras pessoas “não reajam”.
Não estou sugerindo agressão física ao cadeirante, nem a sua remoção da cadeira, pois isso seria classificado como “incitação à violência” e maus‑tratos a pessoa incapaz. Contudo, é exatamente o que eu faria, embora não incentive ninguém a agir, pois vivemos em um ambiente hostil ao cidadão cumpridor da lei e favorável aos delinquentes.
Raciocinemos: uma das mulheres poderia ter segurado a cadeira por trás, imobilizando o agressor, enquanto a outra ligava para a polícia.
Esse episódio demonstra como a esquerda tem conseguido gerar uma população desorientada, passiva, indefesa e temerosa.
Pedro Possas. Médico.
Veja o vídeo:
