Em julho de 2021, a situação de extrema precariedade em Cuba levou milhares de cubanos às ruas gritando slogans como “Abaixo a ditadura!”. Três anos depois, a situação está muito pior.
Os cubanos voltam às ruas em protestos desesperados por uma intervenção que acabe com a ditadura cubana. O bloqueio implementado por Trump, impedindo a entrada do petróleo venezuelano, está causando a maior crise da história recente do país.
A ilha enfrenta apagões de energia de 12 a 20 horas diárias. Dois terços da ilha, incluindo Havana, ficaram sem luz por dias seguidos. Falhas em usinas, como a Antonio Guiteras, falta de combustível e manutenção precária na rede de energia agravam o cenário.
O colapso na infraestrutura se espalha: água encanada está parando, alimentos estragando, comunicações caindo, inexistência de transporte público e hospitais operando no limite. A economia está praticamente paralisada.
O país enfrenta escassez extrema de comida, remédios e combustível. O turismo, uma das principais fontes de receita da ilha, entrou em colapso.
Protestos diários ocorrem hoje em várias cidades — Havana, Matanzas e províncias centrais. Sedes locais do Partido Comunista foram incendiadas. É o maior ciclo de protestos desde julho de 2021.
O regime de Miguel Díaz-Canel admite finalmente, enquanto reprime violentamente o povo nas ruas, que está tentando negociar com os Estados Unidos para evitar o colapso total.
A solução para Cuba é extremamente simples, e é o que querem os Estados Unidos: acabar finalmente com a praga do comunismo na ilha.
