Delegados da PF recebem massivo apoio na disputa contra Dias Toffoli

A nota oficial da Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), que questiona a condução das investigações do Banco Master pelo ministro Dias Toffoli, tem gerado grande repercussão na sociedade e desencadeado inúmeras manifestações de apoio.

Um dos nomes que se destacou foi o da vereadora e jurista Janaína Paschoal.

Em publicação no X, a parlamentar escreveu:

“Cumprimento a Associação dos Delegados da Polícia Federal, pela coragem em publicar Nota Pública, questionando a condução das investigações envolvendo o Banco Master, no âmbito do STF. Haja vista os muitos retrocessos vividos nos últimos tempos, e as tristes anulações de Operações importantes para a luta contra a corrupção, verdadeira letargia vinha imperando.”

Janaína acrescentou ainda:

“A Nota da ADPF quebra esse terrível conformismo. Acrescento que foi o próprio STF que respaldou a criação do juiz de garantia, a fim de assegurar que o magistrado que acompanha as investigações não decida o mérito. Nunca antes neste País ministros assumiram tanto os papéis de outras autoridades. Já passou da hora de colocar as coisas em seus devidos lugares, para o bem da democracia que tanto queremos preservar.”

A ADPF afirmou, em sua nota, que as determinações de Dias Toffoli no caso configuram “afronta às prerrogativas” dos delegados.

“Tal cenário, de caráter manifestamente atípico, além de causar legítima perplexidade institucional, implica afronta às prerrogativas legalmente conferidas aos delegados de Polícia Federal para a condução técnica, imparcial e eficiente da investigação criminal”, disse a associação.

A entidade citou decisões judiciais que teriam determinado acareações, prazos curtos para buscas, apreensões e inquirições “à margem do planejamento investigativo estabelecido pela autoridade policial”.

Também foram apontadas interferências na lacração de objetos apreendidos, no encaminhamento de materiais para outros órgãos e na escolha nominal de peritos, procedimentos que, segundo a ADPF, fogem aos protocolos institucionais da PF.

Para a ADPF, a cooperação entre a Polícia Federal e o STF, ao longo das décadas, produziu investigações relevantes, sempre respeitando as atribuições constitucionais e legais de cada órgão.

Imagem ilustrativa


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