A Alpargatas, controladora da marca Havaianas, iniciou 2026 promovendo ajustes em sua estrutura de governança corporativa. O Conselho de Administração foi reformulado com a saída de Pedro Moreira Salles da presidência do colegiado, justificando a decisão por incompatibilidade de agenda com compromissos acadêmicos nos Estados Unidos, onde passará a lecionar na Universidade de Columbia.
A mudança foi oficializada na última quarta‑feira (28) e comunicada ao mercado por meio de um fato relevante. Na mesma ocasião, os conselheiros deliberaram a nomeação de João Moreira Salles como novo presidente do Conselho de Administração, garantindo uma transição imediata no topo da estrutura decisória da companhia.
Além da alteração no comando, foi criada a vaga de vice‑presidente do colegiado, posição inédita até então, e eleito Rodolfo Villela Marino para ocupá‑la. A medida foi apresentada como parte de um ajuste na dinâmica de funcionamento do órgão.
As decisões ocorreram em um período delicado para a empresa no mercado financeiro. As ações da Alpargatas fecharam o pregão de quarta‑feira com desvalorização de 1,36 %, sendo negociadas a R$ 13,81 na B3. No início do pregão seguinte, a tendência negativa se manteve, com nova queda de 0,65 %, levando a cotação a R$ 13,72.
O contexto recente da companhia inclui uma controvérsia política registrada no final de 2025, quando a Alpargatas passou a ser alvo de boicote após a divulgação de uma campanha publicitária da Havaianas estrelada pela atriz Fernanda Torres. No vídeo, a artista afirmava que não se deveria iniciar o ano de 2026 “com o pé direito”, frase interpretada por setores da direita como mensagem de cunho político contrário a esse espectro ideológico. Em protesto, lojas deixaram de vender Havaianas e queimaram estoque por apenas R$ 1.
O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
