No X, o deputado federal Maurício Marcon descreveu, em poucas palavras, o suposto esquema envolvendo o Banco Master.
Ele afirmou que o Banco Master teria criado um grande volume de “dinheiro falso”, comparável a uma pilha de notas de R$ 3.
Segundo Marcon, esse dinheiro fictício teria sido vendido ao Banco de Brasília (BRB) por mais de 12 bilhões de reais, valor em dinheiro real.
Parte desse montante, segundo o parlamentar, teria sido destinada ao pagamento de advogados, inclusive ao escritório da esposa de um juiz conhecido pelos apelidos “cabeça de ovo” ou “Alecrim Dourado”.
Marcon informou que a polícia identificou o boletim de ocorrência, que o Banco Central decretou o fechamento do Banco Master e que há preocupação de que a operação tenha servido para transferir recursos ilícitos a pessoas poderosas, inclusive grandes políticos.
Ele acrescentou que as investigações continuam e que “metade da República não tem dormido mais à noite”.
