Em agosto de 2022, Renato Freitas, que na época era vereador de Curitiba, viu a Câmara Municipal cassar seu mandato.
Naquele momento, foram seguidos todos os requisitos do regimento para tornar a cassação válida.
A razão da cassação foi a invasão de uma igreja por Freitas, ato que a arquidiocese de Curitiba classificou como “profanação religiosa”.
Com maioria absoluta, a Câmara decidiu cassar o mandato, tirando dele os direitos políticos.
Por isso, enquanto a pena durar, ele ficou impedido de se candidatar a qualquer cargo.
Entretanto, o ministro Luis Roberto Barroso anulou a cassação, devolveu o cargo a Renato Freitas e restaurou seus direitos políticos.
