A eleição geral realizada neste domingo (08) no Japão teve repercussão imediata no cenário internacional. Após a confirmação da vitória de Sanae Takaichi, primeira‑ministra e líder do Partido Liberal Democrata (direita), diversas autoridades estrangeiras enviaram mensagens de felicitação, destacando o peso político do resultado e a continuidade do atual projeto de poder no país.
Sob o comando de Takaichi, o Partido Liberal Democrata conquistou uma maioria expressiva na Câmara dos Representantes, garantindo não apenas a permanência da legenda no governo, mas também uma margem mais confortável para a condução da agenda política e econômica nos próximos anos.
Entre as manifestações de apoio, a primeira‑ministra da Itália, Giorgia Meloni, utilizou a rede social X para afirmar que a vitória da líder japonesa representa um “importante sucesso”, ressaltando a afinidade política entre os dois governos.
O primeiro‑ministro da Índia, Narendra Modi, também se pronunciou por meio do X e classificou o resultado como uma vitória “histórica”. Modi destacou que a Parceria Especial Estratégica e Global entre Índia e Japão “desempenha um papel vital no fortalecimento da paz, da estabilidade e da prosperidade globais” e afirmou estar confiante de que, sob a liderança de Takaichi, a relação bilateral alcançará “patamares ainda mais elevados”.
Do lado norte‑americano, o embaixador dos Estados Unidos no Japão, George Glass, parabenizou a premiê e declarou que “espera dar continuidade ao fortalecimento da parceria entre Estados Unidos e Japão, promovido pelo presidente [dos EUA] Donald Trump (Partido Republicano)”. A sinalização reforça a expectativa de manutenção do alinhamento estratégico entre Tóquio e Washington.
O próprio Trump, antes do pleito, já havia manifestado apoio público a Takaichi. Em publicação na rede Truth Social, afirmou: “Em minha visita ao Japão, eu e todos os meus representantes ficamos extremamente impressionados com ela. Além da segurança nacional, os Estados Unidos e o Japão têm trabalhado de forma estreita na construção de um acordo comercial muito substancial, que beneficia fortemente ambos os países”.
