O diplomata e analista político Edmundo González, de 76 anos, afirmou que é o legítimo presidente da Venezuela. A declaração foi feita em um vídeo publicado na rede social X, no qual ele sustenta que venceu as eleições presidenciais de 2024 e que, diante do novo cenário político do país, assume publicamente essa condição.
González foi o candidato da Plataforma Unitária Democrática, coalizão de centro‑direita, nas eleições realizadas em 28 de julho de 2024. Ele concorreu no lugar de María Corina Machado, sua principal aliada política, que acabou impedida de disputar o pleito por decisão do governo de Nicolás Maduro, então no poder.
Na gravação divulgada nas redes sociais, o opositor fez um apelo direto às Forças Armadas venezuelanas e aos órgãos de segurança do Estado para que reconheçam o resultado das urnas e cumpram o que ele chama de mandato popular.
“A Venezuela precisa de verdade, justiça e reconciliação, sem impunidade. Como presidente dos venezuelanos, faço um chamado sereno e claro à Força Armada Nacional e aos corpos de segurança do Estado. Seu dever é cumprir e fazer cumprir o mandato soberano expresso no dia 28 de julho 2024. Como comandante‑geral, lembro‑les que sua lealdade é com a Constituição, com o povo e com a República”, declarou González.
Segundo o diplomata, a saída de Nicolás Maduro do país, após sua captura por forças estrangeiras, altera o contexto político venezuelano, mas não encerra os desafios institucionais.
“Hoje, quem usurpou o poder já não se encontra no país e está enfrentando a Justiça. Este fato configura um novo cenário político, mas não substitui as tarefas fundamentais que ainda temos pela frente”, afirmou.
Olavo de Carvalho, por décadas, fez revelações graves sobre o Foro de São Paulo. Em seu livro “O Foro de São Paulo: A ascensão do comunismo latino‑americano”, de quase 500 páginas, descreve a história do encontro iniciado em 1990 por Fidel Castro e Lula até a consolidação do Foro, que teria reunido partidos e organizações de esquerda, inclusive grupos como as FARC e o MIR chileno. Essa obra é considerada uma herança intelectual de Olavo.
