Votei em Jair Bolsonaro no segundo turno de 2018, já arrependido da escolha feita no primeiro. Depois, filiado à REDE, votei em Marina Silva. Em 2022, votei com convicção pela reeleição de Jair Bolsonaro. Hoje afirmo, sem hesitação, que a necessidade de eleger Flávio Bolsonaro presidente tornou‑se imperativa.
Os dois primeiros governos de Luiz Inácio Lula da Silva e o de Dilma Rousseff, encerrado por impeachment, foram marcados por corrupção sistêmica, desorganização econômica e fracasso social. Ainda assim, instituições como o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal mantinham algum grau de equilíbrio.
O cenário atual é mais grave. Não se trata apenas de má‑gestão ou escândalos pontuais; trata‑se de corrosão institucional. Um Congresso acuado, cujos presidentes são reféns de processos em curso no STF. Um STF avançando sobre competências exclusivas do Legislativo. A separação dos Poderes tensionada ao limite. A democracia fragilizada por dentro.
Casos escandalosos de corrupção e suborno envolvendo o “Banco Master”, suspeitas de pagamentos milionários a autoridades e seus familiares, estatais em crise e falência, como o caso dos Correios, além do maior roubo da história da humanidade – o roubo do INSS, que atingiu aposentados indefesos – tudo isso simboliza um Estado em falência moral, política e econômica, que deixou de proteger o seu povo para proteger autoridades corruptas.
A maior prova da desfaçatez da extrema‑esquerda lulofascista em seu governo em declínio foi a utilização de dinheiro público para financiar a escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro, a fim de exaltar a figura do atual presidente, que outrora fora condenado por corrupção.
E, como se não bastasse exaltar alguém já condenado, a escola de samba – assumidamente petista e presidida por um político do PT – atacou e ofendeu a honra de Jair Bolsonaro, preso político (não cometeu crime algum), além de retratar cristãos de forma ofensiva e desrespeitosa. Quando recursos do contribuinte são usados para promoção pessoal e para ridicularizar adversários e valores religiosos, ultrapassa‑se o limite da divergência política e entra‑se no terreno da afronta moral.
Não estamos diante de uma disputa comum entre a direita e a extrema‑esquerda lulofascista. Estamos diante de um embate entre a restauração institucional e a consolidação de um modelo de poder que concentra influência, intimida opositores e relativiza princípios.
Eleger Flávio Bolsonaro não é apenas uma opção eleitoral; é um posicionamento firme contra o enfraquecimento das instituições, contra a banalização da corrupção e contra o uso da máquina pública para perseguição política ou promoção pessoal.
Diante do que vivemos, essa eleição deixa de ser preferência e se transforma em necessidade histórica para preservar o futuro do povo brasileiro.
