A senadora Eliziane Gama, conforme já apontam as pesquisas de opinião pública, será duramente castigada no pleito de outubro.
Sua recente filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT) aprofunda ainda mais o seu distanciamento com o eleitorado evangélico no Maranhão, que foi fundamental para a sua eleição em 2018.
Historicamente vinculada a esse segmento, a parlamentar já vinha enfrentando desgaste junto a lideranças religiosas após posicionamentos considerados divergentes de pautas defendidas por esse público. A mudança de partido intensifica esse cenário.
Entre grupos evangélicos, a resistência ao PT é muito forte, o que dificulta a recomposição da base de apoio da senadora, especialmente em um momento de queda de popularidade.
Levantamentos recentes já indicam uma enorme rejeição ao nome da senadora. A tendência é de aumento nos próximos meses.
