Flávia Barros, de 38 anos, empresária bem-sucedida e estudante de direito, foi brutalmente assassinada neste domingo (22), em um hotel localizado em Aracaju (SE). O autor do crime foi Tiago Sóstenes Miranda de Matos, diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso (BA), com quem a vítima mantinha um relacionamento.
Tiago ocupava uma posição de autoridade no sistema prisional baiano, função que exige zelo pela ordem e segurança. A contradição entre seu papel institucional e o ato criminoso que cometeu torna o caso ainda mais chocante.
Flavinha, como era conhecida, era proprietária de uma empresa de soluções financeiras amplamente reconhecida no município de Paulo Afonso. Além de gerir seus negócios, ela cursava o 4º período de direito no Centro Universitário UniRios, demonstrando sua dedicação ao crescimento profissional e intelectual.
Com cerca de 16 mil seguidores nas redes sociais, a empresária compartilhava sua rotina e registros de viagens pelo Brasil e exterior. No último dia 15, quando completou mais um aniversário, Flávia publicou uma foto acompanhada de uma mensagem que agora ganha contornos trágicos: “Gratidão a Deus por tudo que vivi até aqui e por tudo que ainda está por vir”.
Ela não poderia imaginar que estava a poucos dias de ter sua vida interrompida de forma violenta por quem deveria representar a lei e a ordem.
