As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram um ataque contra três embarcações ligadas ao narcotráfico em águas internacionais do Caribe. A operação foi autorizada pelo secretário de Defesa Pete Hegseth, conforme comunicado oficial divulgado no X.
De acordo com informações militares, os três navios faziam parte de um comboio monitorado pelos serviços de inteligência norte‑americanos. A identificação foi feita pela Força‑Tarefa Conjunta Southern Spear, que classificou os operadores como integrantes de organizações consideradas terroristas pelos EUA. Relatórios apontam que as embarcações utilizavam rotas tradicionais do tráfico e haviam efetuado transferências de drogas entre si pouco antes do ataque.
No início da operação, a embarcação que liderava o comboio foi atingida por forças americanas, provocando a morte de três membros do grupo criminoso. Os ocupantes das outras duas embarcações abandonaram os barcos e se lançaram ao mar antes de serem afundados, resultando no naufrágio total dos alvos.
Após o término dos disparos, o Comando Sul dos Estados Unidos acionou imediatamente a Guarda Costeira para conduzir operações de busca e salvamento na área. As Forças Armadas reiteraram que os indivíduos envolvidos estavam ligados a organizações formalmente designadas por Washington como terroristas.
O ataque integra um esforço mais amplo de endurecimento da política norte‑americana no Caribe. Nos últimos meses, Washington intensificou a pressão sobre atividades ilícitas associadas ao regime de Nicolás Maduro, na Venezuela, ampliando o uso de meios militares e elevando o narcotráfico regional ao status de ameaça estratégica.
As autoridades americanas afirmam que a operação segue o mesmo modelo de campanhas anteriores contra redes criminosas transnacionais, reforçando o compromisso dos Estados Unidos com o combate ao tráfico internacional de drogas e à atuação de grupos considerados hostis à segurança regional.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou forte protesto contra a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Moraes sustenta que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, embora a medida já se arraste por quase um ano.
Segundo a CIDH, a proibição pode abrir precedentes para a censura de outras publicações. Entre os títulos que, segundo críticos, correm risco de serem alvo, estão “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a própria censura e episódios controversos envolvendo o Supremo Tribunal Federal.
