Fachin, como presidente do Supremo Tribunal Federal, tem duas alternativas: estabelecer um código de conduta para os ministros, contribuindo para a estabilização da crise institucional, ou tentar encobrir o caso Master, correndo o risco de ser visto como cúmplice de um grande escândalo.
Gilmar Mendes e Dias Toffoli não querem levar a questão ao plenário; Xerxes Ribeiro depende das decisões monocráticas para consolidar sua autoridade. Os três se opõem ao código de conduta, mas enfrentam um problema: Fachin afirma contar com cinco votos, o que, somado ao seu, garante maioria para aprovar a proposta.
