A empresa de investimentos Fictor, que tem R$ 4 bilhões em dívidas e está sob investigação da Polícia Federal, alugou uma mansão de 500 m² no Lago Sul para realizar encontros com políticos do governo e tentar abrir portas em Brasília.
A residência passou a ser palco de reuniões. Nela foram realizados eventos com ministros e dirigentes do PT, e o local foi utilizado para montar um dossiê contra o delegado Eli Cohen, na CPMI do INSS, alegando falsamente que ele teria pedido propina. A denúncia foi noticiada, mas o próprio policial que a fez e que esteve na mansão passou a desmenti‑la.
O objetivo do plano era desacreditar o depoimento de Eli Cohen na CPMI do INSS.
Também foram feitas tentativas de incriminar o senador Flávio Bolsonaro na mesma comissão, por meio de graves ilações e acusações.
Um fato curioso surge no processo de recuperação judicial da Fictor: credores negam crédito de R$ 1 bilhão, o que pode levar investidores a perder tudo após o pedido de recuperação judicial da empresa que tentou comprar o Master.
