João Clemente Pereira tinha 63 anos e era servidor da Caesb. Segundo a família, o paciente reclamava de dores de cabeça. No hospital, constatou‑se que ele apresentava um coágulo na parte superior do crânio. Foi submetido a cirurgia no Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), e “apresentava melhora” antes de ser morto por técnicos de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
João Clemente desenvolveu complicações pulmonares decorrentes da intubação e foi internado na UTI. O quadro melhorou ao longo dos dias. Em 18 de novembro, sem motivo aparente, sofreu quatro paradas cardíacas e morreu.
“Ele entrou no hospital andando. Saiu daqui de casa dirigindo e tudo normal. Antes do procedimento, ele nos recebeu para falar que ficaria tudo bem. Porém, foi assassinado”, declarou Valéria Leal Pereira, filha da vítima.
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