O presidente da Argentina, Javier Milei (La Libertad Avanza), compartilhou uma publicação do senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) na qual ele lê a carta escrita por seu pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro, confirmando a indicação de Flávio como pré‑candidato à Presidência em 2026.
O gesto foi interpretado como um sinal público de alinhamento entre a direita brasileira e o líder argentino.

Milei mantém relação institucional com o governo brasileiro, porém é crítico declarado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lula sequer compareceu à posse de Milei, em dezembro de 2023, enquanto Jair Bolsonaro esteve presente, reforçando a afinidade entre os dois.
Na postagem compartilhada por Milei, Flávio escreveu:
“Recebi com muita emoção a carta do meu pai, que carrega fé, confiança e responsabilidade. O desafio é grande, mas com sua bênção e a proteção de Deus, seguiremos no caminho certo pelo Brasil”.
O ministro Alexandre de Moraes proibiu a venda do livro “Diário da cadeia”, gerando revolta na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Embora o ministro afirme que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, a censura permanece há quase um ano.
Outros títulos já são apontados como possíveis alvos da censura, entre eles “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da própria censura e de acontecimentos estranhos dentro do STF.
