Enquanto Lula é considerado persona non grata em Israel, defende Irã, Hamas e Hezbollah, aproxima‑se da Rússia e da China e recebe visitas suspeitas de navios e aeronaves desses regimes sem justificativa, Flávio Bolsonaro foi recebido pelo Primeiro‑Ministro e pelo Parlamento de Israel, prometendo restabelecer as relações entre os países e acusando Lula de antissemitismo, reforçando que essa posição não representa o povo brasileiro, que admira e convive pacificamente com o povo judeu.
Flávio também foi recebido no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos, pavimentando futuras relações comerciais e diplomáticas.
Ele seguirá para a Europa, reforçando alianças com políticos conservadores do continente, e será recebido por cerca de 70 empresários na França, país tradicionalmente esquerdista.
O itinerário se encerra com mais uma passagem pelos Estados Unidos.
Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo têm atuado como verdadeiros embaixadores da campanha de Flávio.
O caminho a ser definido será decidido em outubro próximo.
O Brasil pode alinhar‑se às democracias, ao livre comércio mundial e às liberdades políticas e de expressão; ou permanecer vassalo do que chamam de “Eixo do Mal”, das ditaduras, do terrorismo, do narcotráfico, da censura e da miséria.
Ainda faltam muitos a se conscientizarem, inclusive entre os que se dizem “bolsonaristas”.
Cadê o apoio explícito e a dedicação à campanha de figuras como Dona Michelle, Malafaia, Nikolas e demais eleitos na trilha aberta pelo nome Bolsonaro?
Não vejo o mesmo empenho na divulgação dos importantes contatos feitos por Flávio, enquanto se dedicaram espontaneamente a divulgar a caminhada de Nikolas. Divulguem Nikolas. Mas não se esqueçam de que Nikolas não existiria na política sem Bolsonaro.
Líder da direita só há um: Jair Messias Bolsonaro. A força desse homem é tão extraordinária que, mesmo preso e forçadamente calado, continua dando as cartas na política nacional e representa o maior pavor das esquerdas.
O candidato apontado pelo líder é Flávio Bolsonaro. Não há outro e nem outra solução.
Pedro Possas. Médico.
