O senador Flávio Bolsonaro usou suas redes sociais para contestar a reportagem do site Metrópoles, afirmando que sua viagem a Israel não foi “bancada pelo Senado”, como a manchete sugeria.
Segundo ele, missões oficiais são prerrogativa dos parlamentares e seguem normas definidas pelo próprio Senado. A viagem foi autorizada formalmente, com período previsto entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro, incluindo visitas a Israel, Bahrein e Emirados Árabes Unidos.
Flávio recebeu convite do ministro israelense dos Assuntos da Diáspora e do Combate ao Antissemitismo, Amichai Chikli, para discursar em conferência sobre antissemitismo em Jerusalém nos dias 26 e 27 de janeiro. O primeiro‑ministro Benjamin Netanyahu também participará, e o senador comparecerá a jantar de gala com o premiê.
O senador afirmou que a missão integra a estratégia internacional de sua pré‑candidatura à Presidência, em contraste com a política externa do governo Lula, que, segundo ele, tem se afastado de Israel e se aproximado de regimes autoritários.
Flávio classificou a tentativa do Metrópoles de transformar atividade parlamentar legítima em escândalo como militância, questionando se trata‑se de jornalismo ou de campanha política.

