A passagem de Flávio Bolsonaro pelo Oriente Médio, França e posteriormente pelos Estados Unidos demonstra a diferença abissal entre ele e o atual presidente do Brasil.
Flávio foi recebido pelos principais líderes das mais importantes nações da região, enquanto Lula se alia a organizações terroristas e ditaduras sanguinárias.
Ponto para Flávio, que pavimenta relações que poderão ser de grande interesse para o Brasil.
Flávio deu entrevistas aos principais veículos de comunicação israelenses, árabes e franceses, com desenvoltura, respondendo livremente a perguntas não programadas, demonstrando firmeza, convicção, preparo e, o mais importante, não cometeu nenhum deslize, nenhuma gafe e não vimos críticas da imprensa militante. Podem crer que, se houvesse falado uma só besteira, isso teria ocupado todas as manchetes durante dias seguidos.
Lula já deveria ter sido proibido de falar de improviso pelo seu marqueteiro. Mas o ego não deixa.
O festival de asneiras que o homem tem proferido é algo sobrenatural.
Chamou quem trabalha e ganha mais de 5 mil de “playboy”, expondo toda a sua alienação, preconceito e rancor contra quem é minimamente bem‑sucedido na vida.
Humilhou os evangélicos de forma infame, dizendo que teriam obrigação de votar nele, pois 90 % recebem o Bolsa Família. Aqui seria possível escrever um tratado sobre a boçalidade, a falta de discernimento vergonhosa sobre o público e o privado, o que é política de Estado, obrigação do governante e favor pessoal, além do preconceito ignóbil contra os evangélicos.
O “molusco” contagioso ainda não se deu conta de que a maioria do povo está revoltada com os atos abusivos do consórcio Lula‑STF, assim como a prisão ilegal e desumana de Bolsonaro e patriotas do 8 de janeiro. Parece querer provocar ainda mais repulsa contra si mesmo, ao referir‑se a Bolsonaro como um cão raivoso, que precisaria ficar preso.
Se há algo que Lula parece ser insuperável é sua capacidade de falar e fazer merdas! É excepcional, imparável!
Não satisfeito, tripudiou de quem tem fome, chamando‑os de “babacas” e mandando comer.
Declarou guerra nas eleições e incitou violência aos seus eleitores.
Em outro ato de cegueira e alienação total está patrocinando uma escola de samba, com dinheiro dos pagadores de impostos, para falar bem dele e seu governo, além de esculachar Bolsonaro, em pleno ano eleitoral, mesmo em época não permitida para propaganda.
É óbvio que será fortemente vaiado na avenida.
O povo não é trouxa!
Será que o marqueteiro está trabalhando mesmo a favor do Lula?
De qualquer forma, o “molusco” não tem o discernimento necessário a um estadista.
Flávio 7 × 0 Lula.
Pedro Possas. Médico.
