É impressionante a falta de noção do general Mourão. O militar assinou um voto de aplauso no Senado Federal ao deputado Wagner Moura, que chegou a chamar o governo – do qual Mourão era vice‑presidente – de fascista e de extrema‑direita.
Além disso, Mourão colocou sua assinatura ao lado de parlamentares como Randolfe Rodrigues (PT), Jaques Wagner (PT), Humberto Costa (PT), Mara Gabrilli (PSD), Eduardo Braga (MDB) e Soraya Thronicke (Podemos), demonstrando uma evidente falta de dignidade.
Vários episódios já revelaram um comportamento traidor, não apenas da causa, mas da própria nação. A permissão para que irmãos de farda sejam humilhados e injustiçados, somada à sua proximidade com a China, evidencia um mau caráter que não pode ser ignorado.
Infelizmente, teremos que conviver com sua presença no Senado por quase cinco anos. Sua eleição, segundo a análise apresentada, deveu‑se ao oportunismo das sombras do antigo presidente Jair Bolsonaro, a quem acabou traindo.
Se o teor do discurso que proferiu no último ato do governo Bolsonaro, em 31 de dezembro de 2022, fosse o critério decisivo, certamente não teria sido eleito.
