O Ministério Público Federal abriu investigação sobre supostos sigilos de documentos de interesse público ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A apuração abrangeu a quantidade de assessores da primeira‑dama Janja, o uso de helicópteros oficiais e a estrutura destinada a receber os filhos do presidente.
O processo foi encaminhado ao procurador da República Paulo Gonet, que decidiu arquivar todas as diligências. Lula condenou a decisão e reiterou que não ocultará documentos públicos na campanha contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ao final, o presidente foi rotulado como o mais “sigiloso” da história do Brasil.
