Não há como argumentar contra fatos, certo? Sei que petistas e seus aliados costumam contestar os números, mas trata‑se de uma anomalia de formação intelectual que não deixa muito espaço para discussão.
Então, veja o fato mais recente:
Contas públicas de 2025, sob o governo Lula: déficit (saldo negativo) de 55 bilhões de reais.
O déficit das estatais também atingiu níveis alarmantes. Os Correios encontravam‑se em situação crítica, mesmo após receberem um empréstimo bancário de 12 bilhões de reais, garantido pelo Tesouro Nacional. É importante lembrar que o Tesouro utiliza recursos dos contribuintes. Caso os Correios não consigam honrar o pagamento, quem arcará com a dívida será a população, inclusive você, leitor, independentemente de sua posição política. Esse conjunto de circunstâncias resume, para muitos, a maior tragédia do Brasil sob o governo do PT.
Para contextualizar, vale observar um fato mais antigo. Ainda se recuperando da pandemia de Covid‑19, o Brasil, sob a gestão de Paulo Guedes no governo Bolsonaro, registrou, ao final de 2022, um superávit nas contas públicas de 54 bilhões de reais. Na mesma época, as estatais apresentavam resultados positivos.
No governo Lula, a carga tributária aumentou consideravelmente, a ponto de sufocar a população e afastar empresários, que têm transferido suas empresas e empregos para países como Paraguai e Argentina, buscando escapar do ambiente econômico criado pelo atual poder.
Além do aumento dos impostos, houve uma expansão significativa do emprego público, favorecendo aliados da esquerda. Também se observou um fortalecimento do populismo, com políticas voltadas a manter apoio eleitoral entre os setores mais vulneráveis do Norte e Nordeste. No Nordeste, por exemplo, mais da metade da população em idade ativa depende de auxílios governamentais, o que pode traduzir-se em votos para o PT nas próximas eleições e gerar maior pressão fiscal nas regiões que historicamente produzem riqueza, como Sul, Sudeste e Centro‑Oeste.
Para muitos analistas, o governo do PT representa uma tragédia nacional.
Assista ao segundo vídeo:
