Em entrevista concedida ao advogado Kakay, o profissional relata episódios de “violência” nos escritórios de parentes de ministros em Brasília. Kakay afirma ainda ter ouvido do ministro Toffoli que o inquérito sobre fake news foi encaminhado a Xerxes, o que, segundo ele, poderia indicar tom de ameaça. Segundo o entrevistado, uma investigação nesse sentido seria bem‑vinda.
Além disso, Kakay questiona o silêncio da OAB diante dos escândalos que envolvem escritórios e advogados no Poder Judiciário. Nenhuma tentativa de encobrir os fatos conseguiu atenuar a pressão sobre o caso Master, sobretudo agora que veículos de imprensa começaram a associar Lulinha ao banco.
