Renan Santos, integrante do MBL e pré-candidato à presidência pelo partido Missão, acusou Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, de possuir “imagens íntimas” de políticos e membros do Judiciário brasileiro. As declarações foram feitas sem que Santos apresentasse qualquer evidência concreta para sustentar suas afirmações.
O pré-candidato sugeriu que essas supostas imagens explicariam o alegado silêncio em torno das investigações que envolvem o banqueiro e sua instituição financeira, atualmente em processo de liquidação.
Santos comparou Vorcaro a Jeffrey Epstein, alegando a existência de material audiovisual de festas com participação de membros da elite brasileira. Segundo ele, esse conteúdo poderia ser usado como instrumento de pressão. O líder do MBL reconheceu que suas informações são baseadas apenas em rumores que circulam nos bastidores políticos e jornalísticos do país.
As acusações surgem em paralelo a outras controvérsias envolvendo o Banco Master. Uma reportagem do jornal O Globo indicou que o ministro Alexandre de Moraes teria participado de reunião com o presidente do Banco Central para discutir a situação da instituição financeira.
Documentos revelados durante a Operação Compliance Zero apontam para um contrato entre o escritório de advocacia da esposa de Moraes e empresas ligadas ao Banco Master. O acordo previa atuação junto a órgãos governamentais, incluindo o Banco Central e a Receita Federal.
Até o momento, nenhuma autoridade oficial confirmou as acusações feitas por Santos, que permanecem sem comprovação enquanto as investigações sobre o Banco Master seguem os trâmites legais estabelecidos.
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