Ali Khamenei foi um religioso fanático, cruel e monstruoso que comandou a ditadura teocrática do Irã com um propósito prioritário: varrer da face da Terra o Estado de Israel. O regime que liderava é considerado por muitos como o pior tipo de ditadura, perdendo apenas para a ditadura judicial.
A eliminação do Estado de Israel (“From the river to the sea”) é considerada pelos fanáticos muçulmanos como passo inicial para a eliminação dos judeus do mundo.
Mas não apenas dos judeus. Segundo sentença feita por Maomé, já no leito de morte: “Não poderá existir no mundo outra religião além do Islã”.
O criador do islamismo, Maomé, segundo diferentes fontes, teve entre 13 e 19 esposas, quase todas, exceto a primeira, objeto de contratos de paz e submissão que impunha às várias comunidades conquistadas sob golpe de espada. Uma dessas esposas negociadas após vitória em batalha foi Aisha bint Abi Bakr, conhecida simplesmente como Aixa. Aixa casou-se com Muhammad aos 6 ou 7 anos e consumou o matrimônio aos 9 anos.
Nove anos. Uma criança levada compulsoriamente à cama de um homem que, na época, já ultrapassara os cinquenta anos. Foi este ser que, no leito de morte, lançou uma maldição aos judeus e cristãos e exigiu que fossem todos eliminados da face da Terra.
Nem todo islâmico é violento, é verdade. Mas Islã significa obediência total, cega, absoluta e inquestionável. Um fiel muçulmano é proibido de questionar os ensinamentos que recebem dos clérigos, porque estes são a boca de Allah. Questioná-los é crime enquadrado na Sharia, a lei penal muçulmana.
O Islã não é apenas uma doutrina de fé, mas um sistema de vida completo e imutável no tempo, incluindo a lei penal Sharia.
Mesmo não sendo violento, é dever inquestionável de todo muçulmano trabalhar para a realização do comando de Muhammad: a destruição de todas as demais religiões. E isso eles cumprem cegamente a partir de dentro dos países ocidentais que os recebem. Jamais se integram aos valores da sociedade que os recebeu.
Segundo Muhammad, os não muçulmanos são Kafirs, um termo árabe que significa incrédulo, infiel ou ainda “aquele que esconde/nega a verdade” no contexto islâmico. É considerado o termo mais pejorativo da língua árabe. Kafirs são, para os islâmicos radicais, pessoas dispensáveis de viver.
A taxa de natalidade dos muçulmanos em países ocidentais é da ordem de sete filhos por família, enquanto para os ocidentais esta taxa média é de apenas 1,5 filho por família. O objetivo é a islamização das sociedades ocidentais pelo número. Mas não só pelo número.
Os muçulmanos, vivendo em países ocidentais, criam instituições que procuram alterar a vida da nação que os hospedou. Executam uma espécie de “gramscismo” muçulmano. Em alguns bairros de Londres, a lei penal vigente, de forma irregular ao lado da lei britânica, já é a Sharia.
Os islâmicos no Reino Unido são tão ousados que criaram uma “República do Islã”, que já tem até membros no Parlamento. Uma República dentro de uma Monarquia: o atrevimento é notável. Uma das campanhas que fazem no Parlamento britânico é para que a Sharia seja a única lei penal aplicável a muçulmanos.
A imigração muçulmana, por não se integrar à sociedade que a recebe e pelos objetivos que persegue ao seguir as ordens de Muhammad, é absolutamente inconveniente e deve ser reprimida. Trata-se, aqui, não de preconceito, mas de autopreservação da cultura e dos valores democráticos ocidentais.
Ali Khamenei era um fiel representante de Muhammad. Fanático, cruel, assassino, perseguidor dos objetivos de destruição dos judeus e dos valores democráticos ocidentais. Em boa hora foi eliminado pelo bombardeio de Israel. Mas a infraestrutura do sistema da ditadura teocrática dos Aiatolás (Aiatolá significa, imaginem: “Sinal de Deus”) permanece intocável.
Resta a expectativa de que as potências ocidentais, como Estados Unidos e Israel, não descansem enquanto a infraestrutura do mal que submete o povo do Irã não for desmontada para sempre.
