Existem duas hipóteses: ou Lula está deliberadamente criando uma justificativa para não concorrer à próxima eleição, evitando o vexame de perder para Flávio e planejando encerrar sua trajetória como um mártir injustiçado; ou então há uma escalada alarmante do autoritarismo, com seus canhões apontados até os tribunais que já o advertiram sobre as consequências de violar as regras eleitorais.
Muitos perceberam que se trata do maior crime eleitoral já transmitido, não apenas por constituir propaganda antecipada, mas também por exaltar o governo e antecipar jingle eleitoral, tudo financiado com recursos públicos.
Não parece uma homenagem, mas sim publicidade encomendada que, em qualquer outro período, já configuraria crime pela origem dos recursos; em ano eleitoral, porém, isso se mostra impensável.
Ele já havia sido alertado, então por que prosseguiu?
Por que ampliou o dano ao deixar o camarote de homenageado e participar presencialmente da avenida?
Que conhecimento ele possui para agir com tamanha segurança?
Ou o Brasil está se livrando de Lula, ou estamos assistindo ao anúncio oficial do fim de um país democrático, algo que muitos já anteciparam e que agora será declarado oficialmente.
