Na 10ª Cúpula da CELAC, realizada em Bogotá, neste sábado (21), Lula escolheu, mais uma vez, alinhar o Brasil ao lado de ditaduras que violam sistematicamente os direitos humanos. Visivelmente alterado em vídeo que viralizou nas redes, Lula defendeu com veemência a soberania de Cuba e Venezuela contra sanções e o que chamou de “invasões” externas, questionando o uso da força e cobrando respeito à Carta da ONU – um discurso seletivo que ignora as vítimas da repressão nesses regimes.
Enquanto o mundo assiste ao colapso econômico em Cuba, com escassez crônica de alimentos e apagões, e à crise humanitária na Venezuela, marcada por migração em massa e prisões políticas, Lula prioriza a retórica anti-imperialista.
O Brasil, que poderia exercer liderança genuína em defesa da democracia e dos direitos humanos na região, segue refém de um alinhamento ideológico que isola o país e compromete sua credibilidade internacional. Em vez de mediador imparcial, Lula aparece como porta-voz de regimes que oprimem seus povos, em um momento em que a América Latina mais precisa de vozes firmes contra o autoritarismo.
Veja o vídeo:
