O Brasil repetiu em 2025 sua pior posição no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), elaborado pela ONG Transparência Internacional. O país ficou na 107ª colocação entre 182 nações e territórios avaliados, com 35 pontos numa escala de 0 a 100 — quanto maior a nota, maior a percepção de integridade.
Em relação a 2024, quando registrou 34 pontos (a pior nota da série histórica), houve alta de um ponto, variação considerada estatisticamente insignificante pela organização e que indica estagnação. A posição no ranking manteve‑se a mesma.
A pontuação deste ano deixa o Brasil abaixo da média global (42 pontos) e da média das Américas (também 42). O governo contestou o resultado.
Bruno Brandão, diretor‑executivo da Transparência Internacional no Brasil, afirmou que o Brasil “chocou o mundo com casos de macrocorrupção em escala inédita, como INSS e Master, impunidade generalizada mesmo para corruptos confessos e condutas desmoralizantes de ministros do próprio Supremo Tribunal Federal (STF)”.
