Lula, usando vestimentas semelhantes às que costumava usar o ex‑presidente venezuelano Nicolás Maduro, gerou grande repercussão ao criticar o segmento evangélico durante um evento do Partido dos Trabalhadores (PT). Em tom irritado, questionou a baixa adesão desse público ao partido e afirmou que “90% deles recebem benefícios do governo”, comentário interpretado como uma cobrança política.
Para diversos líderes religiosos, a declaração expõe e humilha os evangélicos, reforçando a percepção de dependência do Estado, como se não conseguissem se sustentar sem auxílio governamental.
O episódio intensificou o debate sobre ética na comunicação política e sobre o uso de programas sociais como instrumento de influência eleitoral. Analistas alertam que a postura pode custar caro ao presidente.
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