Um crime brutal chocou os Estados Unidos no domingo (15): policiais encontraram, em um quarto de hotel em Las Vegas, Nevada, os corpos de Tawnia McGeehan e de sua filha, Addi Smith, de apenas 11 anos. A mãe atirou na filha e, em seguida, tirou a própria vida.
As duas eram de West Jordan, Utah, mas estavam em Las Vegas para uma competição de líderes de torcida. Addi se preparava para ser uma cheerleader e integrava uma equipe de 13 meninas de uma academia chamada Utah Xtreme Cheer. A polícia foi acionada quando o treinador da garota percebeu que mãe e filha não haviam comparecido à competição. Um bilhete teria sido encontrado no quarto, explicando o ocorrido.
Segundo reportagem do The Salt Lake Tribune, Addi “estava ansiosa para se aperfeiçoar no esporte, dedicando tempo extra na academia e fazendo aulas particulares sempre que possível”. Kory Uyetake, dono da academia, lamentou a perda: “O cheerleading era a vida dela. Cheer era a sua definição e ela vivia isso plenamente.”
A mãe travava uma disputa pela guarda da filha com o ex-marido havia cerca de dez anos. Após tomar conhecimento de que havia perdido a guarda, ela cometeu o crime como ato de vingança.
