Magistrado desmascara comandante do Exército e demonstra sua vergonhosa submissão a Moraes

Todo mundo sabe de certas coisas, mas poucos têm coragem de falar. É o caso do atual comandante do Exército, general Tomás Miguel Miné Paiva. Todos reconhecem que ele está submisso ao ministro Alexandre de Moraes, o que envergonha as Forças Armadas. Foi o desembargador aposentado Sebastião Coelho quem trouxe isso à luz.

Depois que a Comissão de Interclubes Militares se manifestou sobre os militares presos na suposta trama golpista, o magistrado lançou duras críticas ao comandante do Exército. Em um vídeo divulgado nesta quinta‑feira (27), ele acusou o general de ser submisso ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.

No mesmo registro, Coelho elogiou a nota dos clubes militares que questionou as prisões dos oficiais.

Sua crítica principal foi direcionada à atuação do comandante do Exército no caso envolvendo o ex‑presidente.

Coelho afirmou que o general “seguiu o caminho da submissão e conivência com Alexandre de Moraes”. Desde a prisão de Bolsonaro, em 22 de novembro, o desembargador vem atacando o comandante em vários vídeos, dizendo que Tomás Paiva mantém a “cabeça baixa” diante das ordens do STF.

O Exército respondeu que “a Força não comenta manifestações ou opiniões pessoais feitas por terceiros”.

Na quarta‑feira (26), a Comissão de Interclubes Militares publicou uma nota oficial contestando o processo judicial, as sentenças e a prisão imediata dos oficiais das Forças Armadas.

A nota ressalta que, quando um julgamento apresenta pontos sólidos de contestação, como os levantados pelo ministro Fux, é preciso enfrentar essas questões com rigor, e não deixá‑las de lado.

Militares da reserva demonstraram descontentamento com as penas aplicadas.

Os clubes militares consideram as sentenças “desproporcionais e desequilibradas, superiores à média da Justiça brasileira, sobretudo se comparadas a condenações de assassinos, traficantes, ladrões do dinheiro público, estupradores, etc.”. O documento ainda afirma que discordar das decisões judiciais não significa atacar as instituições.

A nota enfatiza que decisões que afetam a liberdade das pessoas devem seguir rigorosamente o devido processo legal, principalmente quando há indícios de falhas na análise dos fatos ou na interpretação jurídica.

O documento aponta que as prisões atingem “respeitados chefes militares, com carreira impecável de mais de 40 anos a serviço da nação, e que isso deveria ser considerado em todo o processo e julgamento”.

Entre os condenados estão ex‑comandantes das Forças Armadas do governo Bolsonaro e ex‑ministros militares. O almirante Almir Garnier cumpre 24 anos na Estação Rádio da Marinha, em Brasília. O general Augusto Heleno, com 21 anos de pena, está no Comando Militar do Planalto, onde também está o general Paulo Sérgio Nogueira, sentenciado a 19 anos.

O general Braga Netto, com 26 anos de pena, está detido na Divisão do Exército, na Vila Militar do Rio de Janeiro. Ao contrário dos demais, que permanecem em unidades militares, Bolsonaro está sob custódia da Polícia Federal.

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