A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que derrubou restrições impostas pelo então relator do caso Master, Dias Toffoli, e determinou a retomada de perícias e depoimentos no processo, é um movimento para limitar a influência do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre as investigações. A informação é da jornalista Julia Duailibi, do portal G1.
Na decisão, Mendonça determinou que “apenas e tão somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos” tenham acesso às informações compartilhadas no inquérito — atingindo diretamente o diretor-geral nomeado por Lula. Veja:
O livro “Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF” mergulha no coração do caso — não como uma reportagem comum, mas como uma autópsia do poder brasileiro. Ao seguir o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, a narrativa revela um mecanismo que vai muito além de fraude financeira: um sistema de proteção institucional capaz de travar investigações, silenciar órgãos de controle e transformar escândalos bilionários em processos eternamente inconclusos.
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