Hoje, já existem relatos de que os “coletivos”, grupos temidos de criminosos armados até os dentes — força paramilitar criada por Maduro — patrulham as ruas, impedindo comemorações e intimidando os venezuelanos.
Delcy Rodríguez, marxista e vice de Maduro, foi empossada como presidente interina pelo próprio irmão, Jorge Rodríguez, reeleito no mesmo dia como presidente da Assembleia venezuelana.
O grupo chavista, corrupto e assassino, domina o país há mais de 25 anos e continua a resistir, buscando manter‑se à força.
Delcy é outra criminosa; foi, entre outras funções, chefe do serviço de inteligência de Maduro, sendo tão responsável quanto ele pela violência contra o povo e pela repressão.
Para entender, basta observar que os governos de Chávez e Maduro transformaram o país numa espécie de “base” armada, onde circulam e operam agentes da inteligência cubana, da Rússia, da China, membros do terrorismo islâmico, das FARC e da LN da Colômbia, além de sicários de movimentos sociais de esquerda de todo o mundo.
Todos estão armados até os dentes, subjugando uma população desarmada pelo chavismo e submetida à fome.
A remoção de Maduro não alterou essa realidade, e os Estados Unidos estão cientes disso.
Embora os altos dirigentes mais próximos a Maduro tenham desaparecido — como Diosdado Cabello — o regime perverso permanece.
A responsabilidade assumida por Trump, ao intervir e prender Maduro, parece ser a de proteger o povo venezuelano com presença militar no país.
Só uma limpeza geral, radical e à força, pode transformar a VNZL em um país livre novamente.
Se o povo for abandonado neste momento, a situação do país continuará igual ou pior.
Para os Estados Unidos, isso pode se tornar uma reedição de um fracasso retumbante, uma espécie de “Vietnam II”.
O que Delcy diz ou deixa de dizer não tem peso; ela é uma cobra mais venenosa ainda.
É a versão feminina perfeita e acabada de Nicolás Maduro, e não se enganem: agirá como tal.
