Michelle Bolsonaro critica Lula ao elogiar intervenção dos EUA na Venezuela

Michelle Bolsonaro publicou uma nota sobre a ação dos Estados Unidos na Venezuela.

O texto funciona como lição ao petista Lula, que repudiou a captura de Nicolás Maduro.

Leia a nota na íntegra:

O PL Mulher manifesta sua solidariedade ao povo de bem venezuelano que, graças aos esforços americanos e apesar da cumplicidade de alguns governantes de países vizinhos, está assistindo ao início da sua libertação com a prisão do ditador narcotraficante Nicolás Maduro e a destruição das estruturas de poder narcoterroristas que dominavam o país e aprisionavam o povo.

Winston Churchill dizia que “o preço da grandeza é a responsabilidade”, e essa é uma postura assumida por líderes e pessoas públicas que não fogem ao seu dever. Quando as instituições de um país são tomadas por criminosos e corruptos sanguinários que dominam as estruturas de poder; quando o povo é oprimido e caçado a tal ponto que não tem mais forças para resistir a esses algozes; o apoio de nações e líderes estrangeiros corajosos pode se tornar a única solução viável para o povo “sequestrado” pelos ditadores. Ontem, esse apoio se materializou na Venezuela.

A operação executada por forças de segurança americanas contra a ditadura narcoterrorista que imperava na Venezuela representa o “início do fim” do regime autoritário e criminoso que, por décadas, vem impondo sofrimento e morte a milhares de cidadãos venezuelanos, atingindo de forma brutal, principalmente, mulheres e crianças.

Milhares de mulheres venezuelanas que se refugiaram no Brasil relataram as dificuldades, os abusos e as violências (inclusive sexuais) pelas quais passaram enquanto fugiam do narcoestado instalado na Venezuela.

Também irmãos surdos e pessoas com deficiência tiveram seus sofrimentos agravados com a ditadura e, enfrentando condições absurdas, preferiram arriscar a fuga para o nosso país a morrer em consequência das maldades do regime imposto por Hugo Chávez e Maduro – ambos amigos próximos do atual presidente do Brasil e membros do Foro de São Paulo, do qual Lula é tido como um dos fundadores.

A prisão do narcoterrorista e ditador Nicolás Maduro e o início da demolição das estruturas de poder dos narcotraficantes – em especial do Cartel dos Soles, composto por generais do regime – trazem ao povo da Venezuela e da América do Sul a indicação de que a libertação dos povos das mãos dos ditadores latino‑americanos está cada dia mais próxima.

A operação americana contra os ditadores narcoterroristas da Venezuela é, também, um aviso para todos os poderosos de outros países da América do Sul que, fazendo parte do mesmo grupo e alinhados ao narcoditador venezuelano, tentam copiar em seus países o modus operandi de Maduro, adotando, dentre outras, as seguintes práticas:

  • favorecimento, defesa e proteção aos traficantes (até considerando‑os como vítimas ou trabalhadores);
  • cerceamento das liberdades do povo e perseguição da oposição;
  • imposição gradativa de práticas ditatoriais (disfarçando‑as de defesa da democracia);
  • cooptação de autoridades de outros poderes e aplicação de lawfare contra as representantes do povo resistentes ao regime.

O recado da operação americana foi bastante claro: “Ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes, coloquem a ‘Barba’ de molho!”.

Oramos, pedindo a Deus que toque os corações dos criminosos e também das pessoas que, ludibriadas pelas mentiras dos poderosos, apoiavam o regime, para que depõem as armas e se entreguem pacificamente, evitando derramamento de sangue e propiciando uma transição pacífica e legítima de poder por meio das mãos do sofrido povo irmão venezuelano.

Que Deus abençoe a Venezuela e seu povo de bem. Que Ele abençoe todas as famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil e jamais permita que ditadores prosperem em nosso país.

Michelle Bolsonaro

A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder – a censura persiste há quase um ano.

Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.


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