Michelle diz que só a PGR pode salvar Bolsonaro, enquanto critica Moraes

A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro (PL) fez críticas públicas, nesta terça‑feira, 6, à condução do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em relação à situação do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), que permanece sob custódia da Polícia Federal.

Segundo ela, o estado de saúde e a própria vida do marido estariam agora condicionados à atuação da Procuradoria‑Geral da República (PGR), sob comando de Paulo Gonet. Neste momento, somente ele pode salvar a vida de Bolsonaro.

A manifestação ocorreu após Moraes negar um pedido da defesa para que Bolsonaro fosse encaminhado a um hospital com o objetivo de realizar exames médicos. Na decisão, o ministro destacou que não havia indicação clínica que justificasse a necessidade de atendimento hospitalar emergencial, com base em relatório elaborado pela equipe médica da Polícia Federal.

Ao deixar a Superintendência da PF, em Brasília, Michelle relatou que um novo requerimento havia sido apresentado enquanto ela aguardava no hospital.

“Nós fizemos novamente (o pedido de exames), estava no hospital aguardando ele. Nós ficamos quase três horas no estacionamento (do hospital), retornamos para cá (Polícia Federal) e vimos que ele (Alexandre de Moraes) encaminhou essa petição para a PGR. Então a saúde e a vida do meu marido estão nas mãos da PGR”, declarou.

“A gente não sabe por quanto tempo ele esteve desacordado e ele não sabe explicar. Então a gente não sabe o que está acontecendo. A PF não tem autonomia para tirar uma pessoa que sofreu um acidente, que bateu com a cabeça em um móvel, não tem autonomia, a gente está esperando o excelentíssimo ministro Alexandre de Moraes liberar”, afirmou.

A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder — já que a censura persiste por quase um ano.

Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.


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