O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil Pinto, informou que manteve contato telefônico com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, logo após os ataques realizados pelos Estados Unidos ao território venezuelano.
De acordo com o representante da administração chavista, a conversa ocorreu neste sábado, 3 de janeiro.
Segundo Gil Pinto, durante a ligação o ministro brasileiro expressou posição crítica em relação à ação militar norte‑americana.
“Tive uma conversa telefônica com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, Mauro Vieira, que manifestou a sua forte condenação deste inaudito ato de agressão militar criminosa contra o nosso povo. Também lhe agradecemos sinceramente as suas expressões de solidariedade”, declarou o chanceler venezuelano.
Vergonha!
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor, a censura permanece há quase um ano.
Atualmente, outros títulos podem estar sob risco de censura. Dois exemplos claros são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de acontecimentos incomuns no STF.
