Lula costuma retirar o apoio de aliados quando o assunto lhe convém. Primeiro foi Sabino, que acreditava estar protegido, mas recebeu um revés de Motta na indicação para o Ministério do Turismo. Em seguida, Ricardo Lewandowski, ao perceber que seu ministério poderia ser fragmentado para atender às exigências do Centrão, solicitou demissão.
Haddad pretende deixar o cargo antes que a economia sofra um colapso. Anielle Franco, irmã de Marielle Franco, também pode ser afastada. Camilo Santana, responsável por liberar R$ 31 bilhões, não deseja abandonar o Ministério da Educação para ingressar na Justiça e recomeçar do zero. Outros ministros temem que seus nomes apareçam nas listas de festas de Vorcaro.
