Lúcia Helena Canhada Lopes, de 68 anos, foi uma das pessoas atingidas por um raio durante a caminhada liderada por Nikolas Ferreira.
Sobre o risco de morte no incidente, ela respondeu com uma frase que, segundo o relato, “destruiu as narrativas da esquerda e da velha mídia”:
“Se eu tivesse morrido, também não teria problema. Morreria por uma causa justa, nobre”.
No X, Nikolas Ferreira comentou a declaração da senhora:
“O que essa mulher disse escancara uma verdade que muita gente foge: a vida não vale nada quando é vivida sem sentido. Quem acha exagero é porque já trocou a própria consciência pelo conforto.
Ela não está flertando com a morte — está rejeitando a ideia de viver como um animal domesticado, cuja única virtude é continuar respirando. Quando alguém entende que há causas mais altas que o próprio medo, essa pessoa já deixou de ser massa e voltou a ser indivíduo.
O desespero do nosso tempo não é o risco, é a covardia travestida de prudência. E a fala dela lembra algo simples e incômodo: quando a consciência desperta, o corpo deixa de ser o centro do mundo. Isso é o que assusta tanto.
Jamais esquecerei de você, Lúcia.”
O deputado afirmou que a caminhada atingiu seu objetivo, ao fazer o país parar para observar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro, e que a luta continuará ainda mais intensa.
