Marina Helena, comentarista política e ex‑candidata à prefeitura de São Paulo, reagiu ao que chamou de “surto” do ator Wagner Moura contra Jair Bolsonaro.
Ela destacou o que poucos perceberam:
De vez em quando eles deixam escapar.
Wagner Moura diz que é preciso fazer mais filmes sobre a ditadura militar porque Bolsonaro, um ‘presidente fascista’, seria a ‘manifestação física’ dela no cotidiano brasileiro.
Ou seja: na visão dele, são necessários mais filmes com essa temática para evitar que o povo cometa o mesmo erro de eleger a ‘extrema‑direita’.
Na cabeça de Wagner Moura, ele fez parte de uma heroica ‘resistência ao fascismo’ entre 2019 e 2022.
Deve se sentir uma mulher iraniana, um preso político venezuelano ou mesmo um dos muitos presos políticos brasileiros da atual ditadura da toga. Aliás, para esses, Wagner Moura também está se lixando.
A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados, descrita como cruel, absurda e desumana, não tem fim, segundo o texto. Afirma‑se que há intenção de eliminar a vida dele e de encobrir o que aconteceu em 2022, mas que a “verdade não vai morrer” para o “terror do sistema”.
Todo esse conteúdo teria sido registrado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, apontado como best‑seller no Brasil.
O livro, descrito como um “documento”, teria se tornado um arquivo histórico por seu conteúdo corajoso. Segundo a matéria, nele constam as manobras do “sistema” para devolver ao poder o ex‑presidiário Lula, além dos episódios de perseguição contra Bolsonaro, eleições, prisões, mídia, censura, manipulação e muito mais. A obra estaria sob ameaça de censura e não se saberia por quanto tempo permanecerá disponível ao público.
O próprio Bolsonaro já teria tomado conhecimento do livro:

