Será que o Papa Leão XIV concordaria que o padre Ferdinando Marcílio, do Santuário de Aparecida, envolva a política dessa forma em sua missa?
Além disso, o sacerdote fala de armas como se sua única finalidade fosse ferir e matar. Definir‑se com a mesma arma que supostamente ameaça alguém é, na visão dele, ilusão e invenção.
O bandido que utiliza a arma para cometer crimes sequer aparece nas palavras do referido padre.
É preciso dizer a esse padre que a arma está, na verdade, na mente do criminoso.
Também é necessário apontar que pedras que edificam podem matar; assim, tornam‑se armas.
O machado e a faca que ele cita, alegando “outra finalidade”, não são, para ele, instrumentos de matar.
Alguém deveria dizer a esse padre ordinário, que usa a fé cristã para fazer apologia às ideias da extrema esquerda, que o que move a arma, o machado, a faca e a pedra são as mãos e as mentes de quem as manipula para executar intenções criminosas.
A língua ferina desse padre também funciona como arma.
Que esse padre vá às favas!
